Segundo embaixador, moeda não excluiria as outras em circulação, como o real e o peso, mas criaria uma unidade de valor para fins comerciais
O projeto da moeda comum, segundo o embaixador, não excluiria as outras em circulação nos países do continente. “Não significa a exclusão das moedas em circulação, mas a criação de uma unidade de valor real para a integração regional”, disse o embaixador.
“A moeda quer unificar o bloco devido à crise da globalização”, completou. Scioli chegou ao Ministério da Fazenda, na Esplanada, ao meio-dia e saiu próximo das 13h. Na agenda, o encontro duraria apenas 15 minutos.
O embaixador afirmou que o objetivo dos governos Lula e Alberto Fernández é “promover mais integração energética e financeira, possibilitando mais intercâmbio comercial entre nossos países”.
