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COLUNA DO ITAMAR FRANÇA. UM GIRO NA SUCESSÃO MUNICIPAL DO PAJEÚ

UM GIRO NA SUCESSÃO MUNICIPAL – Depois das eleições que definiram o presidente da República, governadores e parlamentares estaduais e federais, os partidos já começam a pensar em candidaturas municipais para 2024 em todos os 5.568 municípios brasileiros. No Sertão do Pajeú, o desenho aparece com surpresas, tomando formas com quadros e nomes que o eleitor ainda não avaliou, sendo assim, o surgimento de novas lideranças.

AFOGADOS DA INGAZEIRA – O prefeito Alessandro Palmeira (PSB) é candidato natural à reeleição. Ele é apoiado pelo ex-prefeito e atual deputado estadual, José Patriota (PSB). Palmeira basicamente surge como candidato praticamente único dentro do conjunto da Frente Popular.

CARNAÍBA – Na terra do Dantas, a essa altura do campeonato, com tantas pistas, o prefeito Anchieta Patriota (PSB) já tem o nome definido para a sua sucessão, mas esquentará o galo até as convenções partidárias, que se darão de julho a agosto do próximo ano. O vice-prefeito Júnior de Mocinha e Thiago Arruda são os nomes mais comentados, mas não se surpreendam se o socialista apresentar um outro candidato. Nesse caso, o ex-vereador Fafinha estaria na lista da cartada da manga do Patriota…

IGUARACI – Marquinhos Melo é o provável candidato à sucessão de Zeinha Torres (PSB), que não esconde a preferência pelo jovem secretário para prefeito – e deve ir até os últimos argumentos com a tentativa de emplacá-lo como seu sucessor no processo de discussão no próximo ano. Na mesma fileira, aparece, com peso a se considerar, o nome do ex-prefeito Albérico Rocha (Sem Partido) e o do vice-prefeito, Dr. Pedro Alves (PSB). Os dois pretendem concorrer o pleito com o apoio de Zeinha que está com a gestão bem avaliada.

FLORES – Cumprindo o período de reeleição, Marconi Santana (PSB) não pode se candidatar. O partido pode optar pela vereadora Jeane Lucas (PSB), ou o secretário municipal, Júnior Campos (PSB). O Chefe do Executivo tem ainda outros nomes sendo analisados, mas por enquanto Jeane e Júnior estão em maior evidência.

ITAPETIM – Mesmo com as movimentações na política regional, em Itapetim o prefeito Adelmo Moura (PSB) tem evitado comentar sobre o assunto, mas já tem nomes ventilados dentro do processo da sucessão, entre eles a vereadora Jordânia Siqueira (PSB) que vem fazendo um trabalhos destacável no legislativo. Não estão descartados os nomes do ex-prefeito Arquimedes e do atual presidente da Câmara, Júnior de Diógenes (PSB)

TUPARETAMA – O prefeito Sávio Torres (PTB) ainda não anunciou o nome do seu candidato a sucessão. Recentemente surgiu o nome do empresário Gustavo Galvão. Na disputa pelo apoio de Sávio está o nome do atual vice-prefeito Diógenes Patriota (PSB), mas talvez com chances remotas, isso porque, outros nomes estão sendo defendidos dentro do grupo, inclusive uma das secretárias municipais.

SOLIDÃO – Na terra da santa, alguns nomes são especulados para a sucessão do prefeito Djalama da Padaria (PSB), que já dividem opiniões e visões divergentes no meio político entre os eleitores solidonenses. Fala-se no nome da presidente da Câmara Municipal, Adriana Lima (PSB), mas outros postulantes estão sendo analisados pelo gestor. Informações dão conta de que a possibilidade de Adriana ser a sucessora de Djalma é remota, já que a vereadora não está na sua predileção.

SÃO JOSÉ DO EGITO – Sem antecipar qualquer discussão em torno da sua sucessão, o prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares (PSB) bem que poderia anunciar o vice-prefeito, Eclériston Ramos (PSB) como seu candidato natural, mas dentro do conjunto da Frente Popular outros nomes se apresentam, mesmo que de forma implícita, é o caso do atual prefeto de Ouro Velho, Augusto Valadares e o de Paulo de Tarso (PSB), que concorreu uma vaga na Alepe em 2022, este último com dúvidas de impedimento pelo parentesco com o atual gestor. Além desses nomes, Evandro analisa outras figuras fora do meio político. Não fosse as restrições eleitorais, Paulo seria um nome a altura para a disputa…

BRASIL PODE GANHAR – Com a economia arrumada desde a Pandemia, o Brasil pode se beneficiar da crise no sistema financeiro americano. É que a alta nos juros de lá não deve ocorrer como se previa. Isso é bom para o Brasil.

QUEBRAR O SILÊNCIO – Fora dos holofotes desde o fim das eleições, Ciro Gomes está vivendo desde fevereiro em Boston, nos Estados Unidos, onde tem se dedicado a estudos informais sobre economia política sob tutela de seu guru, o professor de Harvard Mangabeira Unger. Segundo aliados, Ciro deve retornar ao Brasil no fim de março e quebrar o silêncio após o governo de Lula completar 100 dias. O resultado de suas pesquisas pode virar um livro.

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