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Pesquisa mostra que Lula perdeu 1 milhão de votos no Ceará e acende alerta sobre o Nordeste

As pesquisas de popularidade do governo Lula ao longo de 2025 e início de 2026 indicam oscilações significativas no Nordeste, base histórica de apoio do petista. Embora levantamentos recentes em 2026 mostrem resiliência em estados como o Ceará, houve períodos críticos de queda de aprovação na região que acenderam alertas no Palácio do Planalto.

Abaixo, os detalhes sobre o cenário eleitoral e de aprovação no Nordeste e no Ceará:

Cenário no Nordeste

Perda de Aprovação em 2025: No primeiro semestre de 2025, pesquisas como a Genial/Quaest registraram um aumento de 9 pontos na desaprovação do governo no Nordeste, atingindo 46%, enquanto a aprovação caiu de 69% para 52%.

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PESQUISA REAL TIME BIG DATA: Governo Lula é reprovado por 51%, e 46% o avaliam como ruim e péssimo

A pesquisa do instituto Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (3) registra que o governo do presidente Lula (PT) é reprovado por 51% dos eleitores e tem somente 44% de aprovação. Para 46% dos 2 mil brasileiros entrevistados, o governo de Lula é avaliado como ruim ou péssimo.

No ano em que Lula se prepara para buscar uma reeleição, somente 26% dos eleitores classificaram seu governo como ótimo ou bom. E 27% avaliam como regular a condução do governo pelo presidente petista.

A pesquisa Real Time Big Data está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-09353/2026. Realizada com recursos do próprio instituto, a pesquisa entrevistou 2.000 eleitores, entre os dias 28 de fevereiro e 2 de março, por meio de entrevista presencial. O levantamento tem intervalo de confiança de 95%, com margem de erro de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Diário do Poder

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Flávio Dino barra saque em dinheiro vivo de emendas e impõe regra ao Banco Central

O ministro Flávio Dino, do STF, proibiu o saque em dinheiro vivo de recursos de emendas parlamentares. A decisão foi assinada nesta terça-feira (3) e determina que toda movimentação passe a ser feita apenas por meios eletrônicos, como transferência bancária ou Pix.

Na prática, fica vetado o saque “na boca do caixa”, inclusive quando o dinheiro já estiver na conta de empresas contratadas para executar obras ou serviços. Dino afirmou que a medida busca garantir transparência, rastreabilidade — ou seja, possibilidade de acompanhar o caminho do dinheiro — e prevenir riscos de corrupção, ocultação de valores e lavagem de dinheiro.

O ministro determinou que o Banco Central do Brasil regulamente a nova regra em até 60 dias, em conjunto com o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF).

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COLUNA DO ITAMAR FRANÇA

O duelo pelo Governo do Estado vem com cara de briga de titãs. De um lado, a governadora Raquel Lyra (PSD), que vem mostrando serviço na gestão. Entrega obras, mantém aprovação acima de 60% na capital e no interior, mas ainda patina quando o assunto é intenção de voto. Falta a ela o que sobra no adversário: carisma e jogo de cintura político. Técnica, focada na administração, Raquel carrega também o peso de uma equipe que não tem conseguido transformar gestão em palanque.

Do outro lado está João Campos, bem posicionado nas pesquisas e com habilidade política reconhecida. Mas nem tudo são flores. O nó está na montagem da chapa para o Senado. Com quatro nomes na mesa e apenas duas vagas, a escolha promete dor de cabeça e possível desgaste. Soma-se a isso um PT rachado em Pernambuco, o que pode embaralhar ainda mais o jogo.

Enquanto João quebra a cabeça para fechar a chapa, Raquel observa. Curiosamente, do lado dela, nem nomes para o Senado são ventilados com força.

Por enquanto, é só aquecimento. O jogo mesmo começa a esquentar depois de junho. Até lá, é treino, articulação de bastidor e muita conversa para tirar a bola do centro e dar o primeiro chute rumo a 2026.

A MUDANÇA FORTALECE OU ISOLA? – A ex-deputada Marília Arraes trocou o Solidariedade pelo PDT e já afirmou que é candidata ao Senado e “não tem volta”. Mas o que essa mudança agrega ao projeto? No Solidariedade, ela tinha mais influência e controle partidário. No PDT vai precisar construir base e palanque praticamente do zero.

Pesquisa ajuda, mas não resolve sozinha. A segunda vaga na chapa ligada a João Campos segue em aberto, com a reeleição de Humberto Costa dada como certa.

Se não entrar na composição principal, Marília pode acabar isolada e ainda deixar aliados de João Campos insatisfeitos. Em política, decisão precipitada costuma cobrar fatura lá na frente…

CANDIDATURA ISOLADA É INVIÁVEL – A posição de Marília demonstra disposição para manter o projeto. No entanto, falta capilaridade e estrutura partidária suficientes para sustentar uma candidatura avulsa ao Senado com competitividade estadual.

Embora apareça bem pontuada nas pesquisas, o entendimento no meio político é que Marília não agregaria tanto à chapa quanto outros nomes, como é o caso do deputado federal Eduardo da Fonte (PP), com forte estrutura partidária, e até o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho (UB) que vem enfrentando desgaste após repercussões nacionais recentes.

Também é considerada consolidada a presença do senador Humberto Costa (PT) como um dos nomes naturais na composição majoritária.

No desenho atual, a tendência é de que a chapa de João seja montada com foco em densidade eleitoral, estrutura e alianças amplas. Nesse contexto, a entrada de Marília se torna cada vez mais improvável, não por falta de intenção, mas por ausência de grupo político robusto que sustente o projeto até o fim.

FLÁVIO CRESCE – O instituto Paraná Pesquisas aponta que o pré-candidato da oposição Flávio Bolsonaro (PL) ganhou 7,4 pontos desde outubro, enquanto Lula (PT) perdeu 2,9 pontos. No levantamento (BR-07974/26) de fevereiro Flávio (44,4%) virou contra o petista (43,8%) pela primeira vez.

O TEMPO E O PODER DE LULA – Se Lula vencer a eleição, ao final do seu quarto mandato (16 anos), em 2031, o petista terá sido chefe de governo por 40% dos anos de democracia no Brasil. Só perde para o ditador Getúlio Vargas (18 anos).

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Manoel Sátiro lança pré-candidatura a deputado estadual pelo Avante

O ex-vice-prefeito e ex-vereador de Olinda, Manoel Sátiro, está de casa nova. O Avante foi o partido escolhido por ele para lançar seu nome como pré-candidato a deputado estadual. O ato de filiação aconteceu nesta segunda-feira (2).

“Já estou muito à vontade no Avante. Sinto-me honrado em fazer parte desse time qualificado de pré-candidatos e ainda mais motivado para trabalhar por Olinda e por Pernambuco, na Alepe”, afirmou Manoel Sátiro.

Sebastião Oliveira destacou a importância do momento para o fortalecimento do partido. “Fico muito feliz em receber esse grande amigo, que possui um imenso legado de trabalho em prol de Olinda. O Avante está à sua disposição para que possamos construir um projeto sólido e vitorioso”, ressaltou o presidente estadual da legenda.

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Prefeitura de Afogados trabalha para minimizar transtornos com as chuvas

As Secretarias municipais de Infraestrutura e de Agricultura atuaram durante todo o dia de hoje para diminuir os transtornos provocados pela forte chuva concentrada que caiu em Afogados no domingo.

Nesta segunda (02) foram realizados serviços de desobstrução de bueiros no bairro Costa e na rua Mestre Quitério, no centro. Também foram realizados serviços nas imediações do escritório petiscaria, na subida do Sobreira, e na rua Euclides Torres Nunes, próximo ao Kabanna recepções, onde foram realizados serviços para melhorar o escoamento da água ali acumulada. Serviço Rangel realizado na estrada da Serra vermelha.

Mais cedo, o Prefeito de Afogados, Sandrinho Palmeira reuniu as secretarias envolvidas mais diretamente nos serviços, a defesa civil e a guarda municipal, para definir estratégias de ação. A reunião contou com as presenças de alguns proprietários de terrenos e imóveis que poderão ser desapropriados para que a Prefeitura possa realizar obras de alargamento das áreas de escoamento das águas em direção ao Rio Pajeú.

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Afogados: aulas na zona rural estão suspensas em decorrência das chuvas

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que devido ao grande acumulado de chuvas das últimas 24 horas, estão suspensas, por razões de segurança, as aulas das escolas da zona rural nesta segunda (02). A retomada das aulas nessas escolas na terça será reavaliada amanhã.

Equipes das secretarias de infraestrutura, agricultura, além da defesa civil e bombeiros civis estão de prontidão para atender as ocorrências. A estrada da Serra vermelha foi interditada, nas imediações do IFPE, em decorrência do grande volume de água acumulado. Estão sendo realizados serviços para melhor escoamento das águas no local. O trabalho continuará nesta segunda (02). O número da defesa civil de afogados é (87) 9.9970-0013.

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Choveu, alagou: Afogados volta a enfrentar velhos problemas

Bastou a chuva cair mais forte agora há pouco para o velho problema aparecer de novo: ruas alagadas e motoristas ilhados em vários pontos de Afogados da Ingazeira.

Quem tentou trafegar pela Rua Diomedes Gomes, pela Henrique Dias, no bairro Sobreira, em direção ao Centro, ou ainda pela Rua Roberto Nogueira Lima, teve que parar e esperar a água baixar. Teve motorista que arriscou passar na teimosia e acabou com o carro “estancado” no meio da enxurrada. Um veículo de grande porte ficou parado nas proximidades do Ki-Preço, chamando a atenção de quem passava.

A cena se repete todo inverno. Chove um pouco mais forte e a cidade trava. A água toma conta das vias, invade calçadas e deixa o trânsito um verdadeiro sufoco.

Há nove anos, o blog já alertava: Afogados não estava preparada para enfrentar chuvas mais intensas por conta do sistema de drenagem insuficiente. O tempo passou, mas o problema continua batendo à porta ou melhor, escorrendo pelas ruas.

O Repórter do Pajeú, Itamar França, esteve nos pontos mais críticos registrando as imagens e ouvindo moradores, que cobram solução. Enquanto não houver investimento sério em drenagem, toda vez que o céu fechar, a cidade vai continuar pagando o preço.

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O MDB vai marchar com João ou com Raquel?

O partido se vê dividido entre o projeto do prefeito do Recife, João Campos, e a possibilidade de composição com a governadora Raquel Lyra, cenário que transformou o debate interno em um verdadeiro embróglio político.

Apesar de recente conversa entre Raquel e o presidente nacional do partido, Baleia Rossi, interlocutores da sigla afirmam que, nos bastidores, o apoio a João Campos para o Governo do Estado é tratado como tendência consolidada. O argumento central é estratégico: o MDB quer estruturar uma chapa competitiva para deputado federal e avalia que o prefeito teria maior capacidade de contribuir nesse processo de montagem e fortalecimento eleitoral.

A meta é eleger pelo menos dois parlamentares federais, contando com a reeleição de Iza Arruda. As conversas para atrair novos quadros já estariam em curso, dentro de uma lógica de fortalecimento da bancada na Câmara.

Entretanto, o quadro se complica com a circulação do nome do senador Fernando Dueire como possível vice na chapa de Raquel Lyra. A hipótese coloca o partido em posição delicada, já que significaria alinhamento direto com o Palácio do Campo das Princesas.

Na Assembleia Legislativa, a instabilidade também é evidente. Jarbas Filho pode deixar a legenda e migrar para o grupo da governadora. Já Waldemar Borges avalia alternativas caso o MDB não consiga montar uma chapa competitiva para deputado estadual.

No fim das contas, o MDB parece já ter lado no discurso, mas ainda precisa resolver suas próprias divisões internas. Porque, antes de escolher entre João ou Raquel, o partido precisa decidir se consegue caminhar unido.

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Marconi consolida prestígio na capital e expande base política com fôlego em Ribeirão

Se a política é feita de gestos e momentos, o momento de Marconi é de franca ascensão e consolidação de liderança. Quem acompanha a movimentação do líder sertanejo percebe que ele não tem desperdiçado um minuto sequer. Após cumprir uma agenda de altíssimo nível em Recife, onde colheu êxitos significativos e abriu portas estratégicas para seus projetos, Marconi não descansou e seguiu direto para o embate político na Zona da Mata Sul.

A passagem pela capital pernambucana foi marcada por reuniões produtivas que reforçam sua capacidade de articulação junto às esferas de decisão. Mas o que chama a atenção é a sua versatilidade: o mesmo Marconi que transita com desenvoltura nos gabinetes do Recife é o que gasta sola de sapato e ouve a base no interior, mantendo o pé no chão e o ouvido atento às demandas populares.

Em Ribeirão, o cenário não poderia ser mais favorável. Marconi foi recebido com o entusiasmo reservado àqueles que trazem esperança de renovação e compromisso real. Ao lado de figuras de peso como o ex-vereador Saulo Lopes e o conselheiro tutelar Jhonatas Ferreira, ele demonstrou que sua rede de apoio está cada vez mais robusta e diversificada.

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