O próximo presidente eleito em outubro poderá indicar 21 dos 99 ministros titulares e substitutos dos tribunais superiores, o equivalente a um quinto das vagas, segundo levantamento da Folha de São Paulo.
No STF, o impacto será maior: quatro dos onze ministros serão trocados, com uma vaga já aberta desde outubro passado pela aposentadoria de Barroso e outras três a serem abertas até 2029.
A vaga de Barroso ainda não foi preenchida. Lula indicou o ministro Jorge Messias, mas o Senado rejeitou o nome em abril por 42 votos a 34, e o impasse permanece até a eleição.
