EQUIPE DE GOVERNO – O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sadrinho Palmeira (PSB), deve anunciar nos próximos dias outros secretários que farão parte de sua gestão para o período 2025-2028. O socialista já confirmou a permanência de Ney Quidute e Artur Amorim. Já o vereador e atual presidente da Câmara Municipal, Rubinho do São João (PSB), foi anunciado como Secretário de Governo. Com 15 nomes em análise para o aproveitamento de apenas dez, Palmeira está em um processo criterioso de escolha, buscando montar uma equipe de governo altamente qualificada e comprometida. Para o prefeito, a formação de uma boa equipe é essencial para garantir a entrega de resultados concretos e continuar avançando com os projetos que atendem diretamente à população afogadense.
CONVIDADO – O vereador eleito pelo Progressistas nas eleições de outubro deste ano, José Edson Ferreira, Zé Negão, recebeu um convite para fazer parte do grupo de coordenação da campanha do ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (UB), que é cotado para disputar uma vaga no Senado ou até mesmo compor a chapa com João Campos (PSB) na corrida pelo governo de Pernambuco em 2026. Zé Negão apoiou em 2022, Raquel Lyra (PSDB) no segundo turno, unindo-se ao prefeito Sandrinho Palmeira e Mário Viana Filho. Com o convite, o Negão analisa minuciosamente qual será a sua posição na política estadual. Tempo ele tem de sobra para decidir…
BOMBARDEADO – O deputado federal Pedro Campos (PSB) tem enfrentado intensas críticas em meio à discussão sobre o Projeto de Lei 4841/24, que propõe limitar o salário de militares da reserva ao teto previdenciário e altera profundamente a previdência dos militares. Cópias do projeto têm circulado em grupos de militares das Forças Armadas, Policiais e Bombeiros Militares de Pernambuco, gerando grande insatisfação entre os profissionais da ativa e da reserva remunerada. Em suas redes sociais, Pedro Campos tentou justificar a apresentação do projeto, explicando que a medida é necessária para ajustar o sistema previdenciário. No entanto, apesar das explicações, o deputado não conseguiu convencer muitos militares, que consideram as mudanças prejudiciais aos seus direitos. A pressão sobre o parlamentar continua crescente, e o debate sobre o projeto segue acirrado no estado.
CRITICOU – Na Câmara Federal, o deputado Coronel Meira (PL) não poupou críticas ao deputado Pedro Campos (PSB), afirmando que tanto o jovem parlamentar quanto o presidente Lula compartilham ideias que buscam enfraquecer as forças policiais e militares do Brasil. “É de autoria dele um projeto de lei que propunha uma série de maldades contra os já penalizados servidores. Eu o abordei e disse que honrasse o seu pai, o ex-governador Eduardo Campos, que era amigo das forças policiais no estado”, declarou Meira, referindo-se ao Projeto de Lei 4841/24, que tem gerado forte reação entre militares e policiais.
COMEMOROU – Em suas redes sociais, o deputado federal Waldemar Oliveira (Avante) comemora sua atuação no parlamento ao longo de 2024, destacando importantes conquistas para Pernambuco. Ele assumiu a presidência da Comissão de Administração e Serviço Público. Além disso, conseguiu as assinaturas necessárias para a instalação da Frente Parlamentar Brasil-Asean. Waldemar também se tornou líder do Blocão da Câmara Federal, uma importante frente política na Casa, e destinou milhões de reais em recursos para a Agricultura Familiar Pernambucana. Por fim, foi reconduzido para mais um ano como membro da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o que reforça sua relevância nas decisões legislativas mais importantes.
COMEMOROU TAMBÉM- Outro que celebra conquistas importantes em 2024 é o deputado federal Carlos Veras (PT), que recebeu o Título de Cidadão Recifense. Juntamente com o presidente Lula, anunciou investimentos significativos para o estado. O tabirense integrou a comitiva do PT em uma missão oficial à China e representou o Brasil na COP 29. Sempre ao lado da classe trabalhadora e dos movimentos sociais, Veras teve papel fundamental na eleição de prefeitos do PT em Pernambuco.
A VEZ DAS MULHERES – Reeleita nas eleições de 2024 e majoritária com 1.038 votos, a vereadora Jeane Lucas (PSB) será presidente da Câmara Municipal de Flores para o biênio 2025-2027. A nova Mesa Diretora será composta por: Presidente: Jeane Pereira Bezerra, 1º Vice-presidente: Guilherme Ernesto de Andrada Neto, 2º Vice-presidente: Ivanildo Pereira de Lima, 1º Secretário: Ulisses Ferreira da Silva Filho, 2º Secretário: Onofre de Souza.
EM TABIRA É SOCORO VERAS – Outra que também assumirá a presidência de uma Câmara Municipal é a vereadora reeleita por Tabira, Socorro Veras (PT). Com uma trajetória marcada pela atuação constante e serviços prestados à comunidade tabirense, a petista comandará o legistativo no biênio 2025-2027, após ser a mais votada nas eleições de 2024 com 1.491 votos. A composição da Mesa Diretora será: Presidente: Socorro Veras, 1º Secretário: Adelmo das Antenas (PSDB), 2º Secretário: Bebé de Aldo (Solidariedade).

POUCAS TROCAS – Por falar nisso, acredita-se que a equipe de governo do prefeito Sandrinho Palmeira (PSB) para a nova gestão será composta por poucas trocas. A maioria dos secretários deve permanecer, com alguns remanejamentos. Entre os nomes com grandes chances de continuidade estão Madalena Patriota, Flaviana Rosa, Lúcia Gomes, Augusto Martins (este com possibilidade de remanejamento), Rodrigo Lima, Ney Quidute, Artur Amorim e Valberto Amaral. Essa estabilidade visa garantir a continuidade das ações e o aprimoramento dos projetos já em andamento, assegurando que a gestão siga avançando nos desafios que surgem a cada novo mandato.
DESGASTE DAS FORÇAS ARMADAS – A recente prisão do General Braga Neto, acusado de obstrução de justiça e envolvimento na tentativa de golpe de Estado, é um reflexo do desgaste da imagem das Forças Armadas no Brasil. O episódio ganhou repercussão no último domingo, quando o humorista Paulo Vieira, no programa de Luciano Huck, ironizou a situação ao fazer uma piada com o militar: “Se bem que isso não vale nada. O cara tem quatro estrelas e foi preso.” A fala expôs, com sarcasmo, a perda de moral e respeito que as instituições militares vêm sofrendo, especialmente após os eventos de 8 de janeiro.