Dólar fecha em R$ 4,60 no menor nível em dois anos

O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (4) vendido a R$ 4,608, com queda de R$ 0,059 (-1,27%). Após abrir próxima da estabilidade, a cotação operou em baixa durante todo o dia, na faixa entre R$ 4,60 e R$ 4,62.

A moeda norte-americana está no menor nível desde 4 de março de 2020, uma semana antes de a Organização Mundial de Saúde decretar a pandemia de covid-19, quando tinha fechado a R$ 4,58. Apenas nos dois primeiros dias úteis de abril, o dólar caiu 3,2%. Em 2022, a divisa acumula baixa de 17,36%.

A euforia no mercado de câmbio não se repetiu no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 121.279 pontos, com queda de 0,24%. Apesar de uma reação durante a tarde, o indicador encerrou em baixa pressionado pela situação da Petrobras e por ações de bancos, que caíram nesta segunda-feira.

Segundo diversos jornais e agências de notícias, o economista Adriano Pires, indicado pelo presidente Jair Bolsonaro para comandar a Petrobras, teria desistido de assumir o cargo por conflitos de interesse entre a estatal e empresas beneficiadas por sua consultoria. A noticia ainda não foi oficialmente confirmada, mas as ações da companhia caíram 0,85% (ações ordinárias) e 0,94% (ações preferenciais).

Balança comercial brasileira tem superávit recorde para março

A balança comercial brasileira teve superávit de US$ 7,4 bilhões em março, informou o Ministério da Economia hoje. Segundo a pasta, trata-se do maior saldo para o período desde o início da série histórica, em 1989.

No mês passado, as exportações somaram US$ 29,1 bilhões, enquanto as importações totalizaram US$ 21,8 bilhões. Até então, o maior superávit para março havia sido registrado no ano passado (US$ 6,5 bilhões). Em relação a 2021, houve alta de 19,3%.

O resultado foi registrado diante da guerra na Ucrânia, que começou no final de fevereiro. O conflito com a Rússia restringiu o comércio de alguns produtos, mas também fez com que os preços de itens básicos, como petróleo e alimentos, subissem, o que beneficiou as exportações brasileiras.

Efeito guerra: Petrobras aumenta preço de gasolina, diesel e gás

Os impactos da guerra afetam o bolso do brasileiro. A crise entre a Rússia e a Ucrânia, que dura 15 dias, desestabilizou o mercado de petróleo e levou a Petrobras a reajustar o preço da gasolina, do diesel e do gás de cozinha. Após dois meses sem aumentos, a estatal confirmou: a partir desta sexta-feira (11/3) os preços vão subir. O valor da gasolina para o consumidor final pode ficar mais caro R$ 0,54.

O preço médio do combustível para as distribuidoras passará de R$ 3,25 para R$ 3,86 por litro, aumento de 18,8%. Para o diesel, o preço médio passará de R$ 3,61 para R$ 4,51 por litro, alta de 24,9%.

O GLP, conhecido como gás de cozinha, também ficou mais caro. O preço médio de venda do GLP da Petrobras para as distribuidoras foi reajustado em 16,1% e passará de R$ 3,86 para R$ 4,48 por quilo, equivalente a R$ 58,21 por 13 kg.

“Apesar da disparada dos preços do petróleo e de seus derivados em todo o mundo, nas últimas semanas, como decorrência da guerra entre Rússia e Ucrânia, a Petrobras decidiu não repassar a volatilidade do mercado de imediato, realizando um monitoramento diário dos preços de petróleo”, afirma a estatal, em comunicado.

A companhia argumenta que os valores refletem parte da elevação dos patamares internacionais, impactados pela oferta limitada frente à demanda mundial por energia.

Mangueira de combustível com gasolina e cofre em formato de porco-Metrópoles
A alíquota do ICMS, que é estadual, varia de local para local, mas, em média, representa 78% da carga tributária sobre álcool e diesel e 66% sobre gasolina, segundo estudos da FecombustíveisGetty Images

O disparo da moeda americana no câmbio, por exemplo, encarece o preço do combustível e pode ser considerado o principal vilão para o bolso do consumidor, uma vez que o Brasil importa petróleo e paga em dólar o valor do barril, que corresponde a mais de R$ 400 na conversão atual Getty Images

“Mantemos nosso monitoramento contínuo do mercado nesse momento desafiador e de alta volatilidade”, justificou no comunicado divulgado nesta quinta-feira (10/3).

O governo federal estuda uma forma de segurar os preços dos combustíveis. A equipe econômica avalia repassar o custo da alta do petróleo no mercado internacional para a estatal ou criar um novo programa de subsídios.

Caixa bate recorde em 2021 e concede R$ 140,6 bi em crédito habitacional

Em 2021, a Caixa Econômica Federal concedeu R$ 140,6 bilhões em crédito habitacional, alta de 21% em relação a 2020. O resultado do segmento foi apresentado nesta quarta-feira (19) pelo banco público.

Mais da metade das concessões, ou R$ 82,8 bilhões (alta de 54,1% em um ano), foi através dos recursos do Sistema Brasileiro de Poupanças e Empréstimos (SBPE).

A Caixa fechou 2021 com 6,1 milhões de contratos ativos no financiamento habitacional, e lidera com folga o mercado do segmento, com 66,3% do total, consideradas todas as linhas.

No financiamento às empresas de construção civil, foram desembolsados R$ 31,3 bilhões apenas em 2021, alta de 27,1% em relação a 2020.

O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) é a fonte de financiamento do Casa Verde e Amarela, antigo Minha Casa, Minha Vida, programa habitacional do governo federal que tem juros subsidiados para a compra da casa própria, em especial para famílias de baixa renda.

Entretanto, a Caixa ainda é o player dominante no Casa Verde e Amarela, com 99,9% dos desembolsos do programa, fatia que aumentou nos últimos anos.

Aposentados, pensionistas e segurados do INSS têm reajuste de benefícios

O reajuste de 10,16% para beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foi oficializado pelo governo federal na manhã desta quinta-feira (20). Os novos valores, publicados no Diário Oficial da União, serão destinados para aposentados, pensionistas e segurados que recebem benefícios acima de um salário mínimo.

Segundo a portaria, o teto dos benefícios passou de R$ 6.433,57 para R$ 7.087,22, enquanto o piso nacional aumentou de R$ 1.100 para R$ 1.212, o que deve favorecer 23,4 das 36 milhões de pessoas que recebem os pagamentos. A medida se aplica a aposentadorias, auxílio-doença, auxílio-reclusão e pensão por morte.

Os novos valores serão pagos já em janeiro de 2022 para as pessoas que estavam recebendo o benefício em 1º de janeiro de 2021. Quem começou a receber os benefícios a partir de fevereiro do ano passado terá percentual menor, entre 9,86% e 0,73%, já que ainda não completou o ciclo de 12 meses de pagamentos. Assim, quanto mais tarde for a data de início do benefício, menor o percentual de reajuste.

Governo Bolsonaro começa a pagar o vale-gás; veja calendário e quem tem direito

O governo começa a pagar nesta terça-feira (18) o vale-gás, no valor de R$ 82. Para as famílias em cidades de Minas Gerais e Bahia atingidas pelas chuvas, o benefício já foi pago, em dezembro do ano passado.

Nessa fase inicial, 100 mil famílias serão beneficiadas pelo programa. Ao todo, cerca de 5,5 milhões receberão o vale, pago a famílias que fazem parte do Auxílio Brasil.

Os pagamentos serão feitos pelo número final do NIS. Nesta terça, começam a receber os beneficiários com NIS encerrado em 1. Em 31 de janeiro, o pagamento será destinado para quem tem NIS terminado em 0. Veja o calendário completo:

Calendário do Vale Gás — Foto: Economia g1
Os cartões e senhas utilizados para saque Auxílio Brasil poderão ser utilizados para o recebimento do Auxílio Gás. O beneficiário pode consultar a disponibilidade do benefício pelos aplicativos do Auxílio Brasil, pelo CAIXA Tem ou por meio do telefone 111.

PIB da China avança 8,1% em 2021, o maior registro em uma década

O Produto Interno Bruto (PIB) da China avançou 8,1% em 2021 na comparação com o ano anterior, o melhor resultado desde 2011, segundo dados divulgados nesta segunda-feira, 17, pelo departamento de estatísticas do país. O resultado indica a recuperação da segunda maior economia do globo após alta de 2,2% em 2020, segundo dados revisados, em meio aos reflexos da pandemia da Covid-19.

Apesar do desempenho positivo no ano, os números apontam desaceleração das atividades no fim do ano com crescimento de 4,4% no último trimestre, ante avanço de 4,9% nos três meses anteriores.

O ano de 2022, no entanto, parece desafiador para a China. O país adotou a política de “Covid zero”, o que deve impactar em paralisações na cadeia de produção, comércio e prestação de serviços. O país enfrenta o aumento de casos de infecções com múltiplos surtos das variantes Delta e Ômicron em diversas regiões. O repique da pandemia do novo coronavírus levou o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim suspender a venda de ingressos para o público.

O anúncio foi feito nesta segunda-feira, pouco mais de duas semanas antes do início do evento, que deve começar no dia 4 de fevereiro. A organização informou que os ingressos serão distribuídos para grupos específicos de torcedores, que poderão acompanhar os eventos.

Veja as vantagens da energia solar nas residências

O alto custo da energia elétrica no Brasil tem levado muitas pessoas a buscar soluções que diminuam o valor da conta de luz. Uma alternativa interessante para as residências pode ser a energia solar que, segundo especialista consultado pela Agência Brasil, é “boa para o bolso, para o país e para o mundo”.

O potencial de geração de energia solar no Brasil é imenso, mas ainda subaproveitado, principalmente em residências. Isso se explica pelo fato de muitas pessoas não terem noção do que é necessário para transformar tetos ou áreas abertas em pequenas geradoras de energia por meio de placas solares. Algo que, de acordo com o professor do Departamento de Engenharia Elétrica da Universidade de Brasília (UnB) Rafael Amaral Shayani, é mais simples do que parece, e cujos benefícios vão além de uma conta de luz menos onerosa.

“A energia solar de uso residencial, que é chamada de geração de distribuída, é boa para o bolso do consumidor. Mas também é boa para o país porque o Brasil é um país em desenvolvimento que vai precisar de muita energia para crescer; e para o mundo, porque protege o meio ambiente, já que não emite gases de efeito estufa”, destaca o engenheiro eletricista em entrevista à Agência Brasil.

Boa para o bolso

A energia solar pode resultar em diminuição significativa dos gastos com a conta de luz. Segundo Shayani , um investimento entre R$ 12 mil e 15 mil pode reduzir em até 90% a conta de energia.

“A pessoa, então, passa a pagar apenas a parcela mínima, que é o consumo mínimo, uma tarifa de disponibilidade do serviço”. O engenheiro diz diz que o investimento é recuperado em cerca de cinco anos e que o sistema dura de 20 a 25 anos.

Boa para o país

A energia solar é também boa para o país, para lidar com a expectativa de crescimento da demanda de energia, conforme o aumento do número de fábricas e indústrias previsto para os próximos anos.

“A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) prevê que até 2050 o Brasil vá triplicar o consumo de eletricidade, até em função do aumento populacional e das consequências disso para o setor produtivo, já que acarretará em mais uso de eletrodomésticos”, afirma Shayani.

Boa para o planeta

“Quando a energia é gerada no telhado da sua casa, você não está queimando gás natural para gerar eletricidade. Você reduz a necessidade de hidrelétricas, que alagam florestas, ou de carvão ou gás queimados para a geração de energia por usinas térmicas. Portanto, é uma forma muito boa de contribuir para proteger o meio ambiente”, complementa o professor.

Para Shayani, um dos grandes desafios mundiais é gerar mais eletricidade e reduzir as emissões de gases de efeito estufa. “Nesse sentido, a energia solar vem como solução. Quanto mais pessoas a adotarem, mais energia o país produzirá, e menos energias fosseis precisarão ser usadas”, enfatiza o professor, que indica também o uso de aquecimento solar por meio de tubos de plástico para, com o calor do Sol, esquentar a água do chuveiro.

Placas fotovoltaicas

A grande vantagem do uso de placas fotovoltaicas, segundo Shayani, é a possibilidade de “devolver” parte da energia consumida para a rede de energia fornecida pela distribuidora local.

Para “devolver” energia à rede fornecedora, é necessário ter, além do painel solar, um inversor, já que a energia solar gera tensão contínua, e as tomadas das residências usam energia alternada.

“Você liga seu sistema de energia solar a uma rede elétrica da distribuidora que atende à cidade. Ou seja, instala o sistema no telhado e ligao no mesmo disjuntor que a companhia elétrica tem na sua casa. É o sistema mais barato porque não depende de baterias que armazenem a energia”.

De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) há, no Brasil, 775.972 sistemas solares desse tipo já instalados.

Chuvas e tempo nublado

Interligar as placas à rede distribuidora de energia é também solução para evitar falta de energia em dias de chuva, tempo nublado, ou mesmo à noite, quando não há sol. “É como se o relógio medidor de energia rodasse para trás quando é dia e o consumo é menor. À noite, então, quando não há sol, você vai pegar de volta essa energia, usando a energia das hidrelétricas brasileiras. Aí o relógio vai para a frente”.

No fim do mês, se a energia fornecida de dia for igual à recebida nos períodos sem luz solar, é como se o relógio que marca o consumo ficasse no zero. “O nome oficial disso é Sistema de Compensação de Energia. Gera-se mais energia de dia para compensar o uso à noite, quando não tem energia solar. É uma coisa interessante porque não precisa de baterias para armazenamento, que são muito caras e altamente poluentes.”

Baterias

Em geral esse equipamento com baterias é usado em regiões isoladas, onde não há fornecimento de energia por companhias elétricas. É o caso de algumas comunidades do interior da Amazônia, na floresta.
“Além de caras e danosas ao meio ambiente, essas baterias são como as de carro: estragam-se muito rápido e precisam ser trocadas a cada três ou quatro anos. O custo adicional delas faz o sistema [de captação e geração de energia] quase dobrar de preço”, estima o professor.

Como funcionam

A energia solar é´uma inovação tecnológica que difere das outras formas de geração de eletricidade porque é um sistema eletrônico. É feita a partir de uma pedra de silício, substância que, depois do oxigênio, é a mais abundante na Terra.
“A crosta terrestre é feita de silício, material usado nos painéis solares. Quando a luz solar incide sobre ele, pula um elétron, o que acaba gerando energia. Essa corrente elétrica sai do telhado e entra nos equipamentos, energizando a casa”, detalha o especialista.

Legislação

A legislação da Aneel permite quatro modalidades de geração distribuída de energia. A primeira é a geração na própria unidade consumidora, quando a pessoa a instala no telhado da própria casa. A segunda é chamada autoconsumo remoto, que é quando a pessoa tem, por exemplo, duas residências em um mesmo estado. Ela pode colocar energia solar no telhado da casa e a energia que é gerada lá compensa o consumo da outra residência.

“Existe, ainda, a modalidade de múltiplas unidades consumidoras. É o caso dos condomínios, que podem colocar placas nos telhados para abastecer a área comum. Há também a possibilidade de moradores dos apartamentos colocarem o equipamento em telhados, e a energia ser rateada entre as unidades que fizeram o investimento.”

A quarta modalidade é a de geração compartilhada que, segundo o especialista, abrange “uma usina maior à qual as pessoas podem se associar para serem beneficiadas com abatimento na conta de energia”.

Custo dos equipamentos

O preço do sistema depende de dois fatores principais. O primeiro é saber quanto de energia a residência consome. “Para saber isso, basta olhar a fatura enviada pela concessionaria de energia todo mês. O consumo é calculado a partir da média mensal. No verão, gera-se mais eletricidade e, no inverno menos. Mas, na média do ano, a pessoa pode gerar toda energia da casa”, explica Rafael Shayani.

“Depende também de quanto sol tem na região. O Brasil em geral é muito ensolarado. O local com menos sol no Brasil tem mais sol do que a Alemanha inteira, que é um dos líderes no uso de energia solar. Então, se você mora em um local com muito sol, seu sistema de geração pode ser menor, não sendo necessárias tantas placas”, acrescenta.

Segundo o professor, o consumo típico de uma residência brasileira fica em torno de 10 quilowatts-hora por dia. “Normalmente, temos cinco horas de sol forte por dia. Considerando essa média como referência, precisamos então de um sistema de energia solar de mais ou menos 2 kw instalado no telhado da casa. Ele vai ocupar área pequena do telhado e gerar energia para, na média do ano, atender tudo.”

O custo do equipamento varia de acordo com a cotação do dólar, que está na faixa de R$ 5,50. “Atualmente, esse equipamento deve custar entre R$ 12 mil e 15 mil, mas, com ele instalado, a conta de luz pode cair para o valor mínimo cobrado pela concessionária. O investimento é recuperado nos primeiros três ou cinco anos. Depois, fica 20 anos pagando só a tarifa mínima de energia elétrica, que é cobrada para a manutenção da rede.”

O equipamento deve ser instalado por uma empresa específica, porque é necessário registro no Conselho de Engenharia, de forma a comprovar que a instalação é segura e atende às regras de segurança da distribuidora de energia.
“O primeiro passo é contatar, na sua cidade, uma empresa de equipamentos para geração de energia solar, um ramo que cresceu muito nos últimos anos. Tem milhares de empresas no Brasil. Peça a eles um orçamento. Eles instalam o equipamento, entram em contato com a distribuidora que, depois, fiscaliza a instalação para ver se tudo está adequado para, enfim, ligar o sistema. Isso tudo pode ser feito em até 30 dias”, afirma o engenheiro.

Agência Brasil

Vendas do comércio sobem 0,6% em novembro, diz IBGE

As vendas do varejo subiram 0,6% em novembro contra outubro na comparação com ajuste sazonal –espécie de ajuste para comparar períodos diferentes. Esse foi o 2º resultado positivo consecutivo do setor.

Os dados foram divulgados nesta 6ª feira (14.jan.2022) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O comércio acumula alta de 1,9% no ano passado até novembro. Em 12 meses, também registra alta de 1,9%, após desacelerar com o mesmo período até outubro (2,6%).

Apesar da alta mensal, o IBGE disse que 5 das 8 atividades pesquisadas no mês tiveram queda em novembro contra outubro:

móveis e eletrodomésticos (-2,3%);
tecidos, vestuário e calçados (-1,9%);
combustíveis e lubrificantes (-1,4%);
livros, jornais, revistas e papelaria (-1,4%);
e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-0,1%).
A alta no mês foi puxada pelos setores de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (+0,9%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (+1,2%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (+2,2%).

As vendas do comércio caíram 4,2% em novembro contra o mesmo mês de 2020. Esse foi o 4º mês consecutivo de queda.

Exportações do agronegócio superam os U$S 110 bilhões em 2021

Dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil mostram que as exportações do agro superaram a barreira dos 110 bilhões de dólares em 2021. Os múmeros, ainda parciais, correspondem ao período de janeiro a novembro e representam um aumento de 18,4% na comparação com igual período de 2020.

Segundo a coluna Radar, da revista Veja, a soja em grãos liderou a lista de produtos exportados em novembro, com participação de 15,8% do total e receita de 1,3 bilhão de dólares. O açúcar bruto foi o segundo item mais embarcado, com exportações no valor de 802,9 milhões de dólares.