Posto de Afogados tem gasolina a R$5,19

O preço do combustível está mais baixo em Afogados da Ingazeira. Na manhã deste sábado, 27, a reportagem do Blog do Itamar percorreu postos da cidade e observou a gasolina comum sendo vendida a R$ 5,22 no Posto Brasilino, Posto Alves R$ 5,19 e no Posto Mariano a gasolina mais cara da cidade R$ 5,32. Apesar de ser irrisório o valor, o Posto Alves mantém o menor preço na cidade. A queda é resultado da redução anunciada pela Petrobras, nas refinarias.

Dirigentes Lojistas pedem reabertura do comércio em Pernambuco

A Federação das Câmaras dos Dirigentes Lojistas de Pernambuco (FCDL-PE) divulgou ontem uma nota em que apela para que o comércio no Estado seja reaberto. Os negócios estão fechados desde o último dia 20, por ordem do governador Paulo Câmara, como medida para evitar proliferação do coronavírus. Apesar do material enviado à imprensa, não foi destinado nenhum ofício ao Palácio do Campo das Princesas com a solicitação de reabertura.

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Guedes não descarta auxílio de R$ 600, mas pede venda de empresas públicas

Diante de questionamentos de senadores sobre a possibilidade de aumentar o valor do auxílio emergencial para R$ 600, patamar que chegou a ser pago no ano passado, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse  hoje (25) que não descarta um benefício mais alto, mas que isso dependeria de contrapartidas como a venda de empresas públicas que dão prejuízo.
 
— O estado está financeiramente quebrado, mas cheio de ativos. Vimos que é possível aumentar o valor, mas tem que ser em bases sustentáveis. Se aumentar o valor sem por outro lado ter as fontes de recursos corretas, traz a superinflação ou a inflação de dois dígitos como era antigamente. O resultado final é desemprego em massa e o imposto mais cruel sobre os mais pobres que é a inflação — disse o ministro.
 
A fala de Guedes veio em reposta a questionamentos de Wellington Fagundes (PL-MT), Styvenson Valentim (Podemos-RN) e Zenaide Maia (Pros-RN). Styvenson registrou que governadores de 16 estados divulgaram carta para pressionar o Congresso a aumentar o valor do auxílio emergencial para R$ 600. Os atuais valores giram em torno de R$ 150 a R$ 375.
Segundo o grupo, o momento atual da pandemia exige segurança de renda à população associada às medidas de distanciamento social.
 
No início da reunião, Paulo Guedes afirmou que o benefício garantiu a proteção dos 68 milhões de brasileiros mais frágeis. Ele manifestou apoio às medidas de distanciamento social e afirmou que sempre usou máscara. Também defendeu a vacinação como caminho para a retomada da economia. A posição de Guedes foi manifestada após Wellington perguntar sobre sua avaliação a respeito de uma carta de mais de 500 economistas, empresários e banqueiros em defesa de medidas de isolamento e vacinação:
 
— Estamos todos de acordo em acelerar as vacinas. Sobre distanciamento social: estou há um ano sem ir ao Rio de Janeiro, que é a minha casa. Entendo que os invisíveis se não trabalharem não conseguem o pão de cada dia, daí a necessidade do auxílio emergencial — afirmou.
 
Agência Senado

Procura das empresas por crédito cresce 12,7% em fevereiro

As solicitações de crédito feitas por empresas cresceram 12,7% em fevereiro na comparação com o mesmo mês de 2020, segundo levantamento divulgado hoje (25) pela Serasa Experian.  O comércio foi o setor que mais buscou empréstimos, com uma alta de 15,5% na busca por recursos.
 
As empresas estão tomando crédito para manter o funcionamento dos negócios durante a crise gerada pela pandemia de covid-19, explica o economista da Serasa, Luiz Rabi. “A tomada de crédito com finalidade de manter o negócio produzindo ou vendendo contribuiu com a alta em todos os segmentos”, enfatiza.
 
Por isso, a alta é maior no comércio, setor mais afetado pelas medidas de isolamento social. “O destaque de crescimento para o comércio pode ser atribuído ao fato de que essa área, junto a de serviços, foi uma das mais afetadas financeiramente desde que a pandemia se instalou no país”, acrescenta o economista.
 
O crescimento da procura por crédito foi maior na Região Nordeste (14,3%), seguida pela Sul (13,5%), Sudeste (12,6%), Centro-Oeste (10,9%) e Norte (9,9%).
 
Agência Brasil

Governo pagará R$ 36 bilhões a empregados afetados

Após a polêmica em torno da proposta de suspensão de contratos de trabalho durante a crise do novo coronavírus, o governo deve destinar R$ 36 bilhões ao pagamento de compensações a trabalhadores que tiverem redução de jornada e salário ou interrupção temporária no contrato, segundo apurou o Estadão/Broadcast.

Em ambos os casos, haverá a garantia de que a parcela da remuneração paga pelo empregador e a compensação do governo deverão somar ao menos um salário mínimo (R$ 1.045). Os detalhes da medida ainda estão sendo fechados pela área econômica. Uma reunião sobre o tema foi realizada ontem, no Palácio do Planalto.

Fique em casa

Resultado de imagem para Fique em casaOs brasileiros entenderam que é preciso permanecer em casa. Nos últimos dias, segundo O Globo, o consumo de gasolina caiu 47% e o do etanol, 44%. A partir de hoje, com as medidas decretadas por governadores e prefeitos, a paralisia deve aumentar.

Volkswagen anuncia suspensão de produção no Brasil

A Volkswagen anunciou a suspensão das atividades em todas as fábricas no Brasil pelo prazo de 12 dias corridos. A medida vai vigorar entre 24 de março e 4 de abril. As informações são do portal G1. A empresa alega que tomou a decisão por conta do crescimento dos casos de Covid-19 no país e da taxa de ocupação dos leitos de UTI nos estados brasileiros.
 
A paralisação atinge as fábricas de São Bernardo do Campo (SP), que produz os modelos Polo, Virtus, Nivus e Saveiro, Taubaté (SP), que faz Up, Gol e Voyage, São Carlos (SP), responsável pela produção de motores, e São José dos Pinhais (PR), de onde saem Fox e T-Cross.

 

Veja a nota na íntegra:

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Coronavírus: comércio já demite pessoas e cortes podem atingir 5 milhões no País

Resultado de imagem para Com coronavírus, comércio já demite pessoas e cortes podem atingir 5 milhões no PaísEm meio às ordens para fechamento de shopping centers ao redor do País e após três dias de isolamento voluntário da população, como tentativa de conter a escalada dos casos de coronavírus nas principais cidades, os varejistas refazem as contas, renegociam pagamentos a fornecedores e dizem que começarão a demitir seus funcionários a partir da semana que vem.

Novo auxílio emergencial deve ser solicitado por 38% da população, diz pesquisa

Uma pesquisa divulgada pelo Datafolha, nesta sexta-feira (19), revelou que 38% dos entrevistados disseram que irão solicitar as novas parcelas do auxílio emergencial que será pago pelo governo federal a partir do mês de abril. O levantamento ouviu 2.023, por telefone, nos dias 15 e 16 de março. A margem de erro é de dois pontos para baixo ou para cima.

Com as novas regras, o benefício será concedido a 45l6 milhões de brasileiros, em quatro parcelas, entre R$ 150 e R$ 375 cada. As regras também ficaram mais rigorosas e e não haverá novo cadastro para quem não recebeu o benefício no ano passado.

Maioria vai receber R$ 150 do novo auxílio emergencial

Aplicativo auxílio emergencial do Governo Federal.

A maior parte do público do auxílio emergencial deve receber a menor cota do benefício, no valor de R$ 150, segundo apurou o jornal O Estado de S. Paulo. Serão cerca de 20 milhões de famílias – 43% do total de contemplados estimado na nova rodada – na categoria “unipessoal”, isto é, composta por apenas uma única pessoa.

 
Outras 16,7 milhões de famílias têm mais de um integrante e vão receber R$ 250. Já a maior cota, de R$ 375, deve ser paga a cerca de 9,3 milhões de mulheres que são as únicas provedoras de suas famílias. O pagamento das novas parcelas do auxílio está previsto para começar em abril.
 
Pelo novo desenho do auxílio, o governo vai pagar quatro parcelas de R$ 150 a R$ 375 a cerca de 46 milhões de brasileiros. Apenas uma pessoa por família poderá ser contemplada. As regras são mais apertadas do que em 2020, quando o auxílio pagou cinco parcelas de R$ 600 e quatro de R$ 300, com cotas em dobro para as mulheres chefes de família. Até duas pessoas na família podiam receber o repasse.
 
O governo tem evitado detalhar publicamente a divisão dos novos benefícios antes da edição de medida provisória que recriará o programa de assistência a vulneráveis, pois já tem sido alvo de críticas do Congresso e de organizações da sociedade civil pela redução nos valores mensais.