Petrobras anuncia novo reajuste da gasolina e do diesel nas refinarias

A Petrobras confirmou nesta quinta-feira, 18, que vai reajustar os preços da gasolina e do diesel nas refinarias. O litro da gasolina passará a custar R$ 2,48 (alta de R$ 0,23) e o do diesel, R$ 2,58 (aumento de R$ 0,34). Os novos valores começam a valer na sexta-feira 19.

Em comunicado, a empresa destacou que mantém os preços alinhados aos do mercado internacional e que o valor nas refinarias não é o único componente na formação do que é pago pelos consumidores nos postos.

A Petrobras lembrou que, em 2020, reduziu os preços em suas refinarias ao acompanhar as oscilações externas.

“Até chegar ao consumidor são acrescidos tributos federais e estaduais, custos para aquisição e mistura obrigatória de biocombustíveis, além das margens brutas das companhias distribuidoras e dos postos revendedores de combustíveis”, diz a companhia.

Bolsonaro

Nas últimas semanas, o presidente vem cobrando maior “previsibilidade” no preço dos combustíveis. Na semana passada, o governo enviou ao Congresso um projeto que propõe mudanças no cálculo do ICMS – tributo estadual – sobre os combustíveis. A ideia é estabelecer uma “alíquota uniforme”.

União pagou em janeiro R$ 368,24 mi em dívidas atrasadas de estados

O Tesouro Nacional pagou, em janeiro, R$ 368,24 milhões em dívidas atrasadas de estados. Desse total, a maior parte, R$ 147,07 milhões, é relativa a atrasos de pagamento de Minas Gerais. Também foram pagos R$ 126,21 milhões do estado do Rio de Janeiro; R$ 78,22 milhões de Goiás e R$ 16,75 milhões do Amapá.

Diferentemente dos últimos meses, o Tesouro não honrou débitos em atraso de municípios em janeiro. Os dados estão no Relatório de Garantias Honradas pela União em Operações de Crédito, divulgado pela Secretaria do Tesouro Nacional.

Grupo JM compra Farmácia Michelle e expande rede de farmácias

Agora é fato: O Grupo JM comprou a Farmácia Michelle. O valor da transação não foi divulgado, mas os rumores de mercado são de que o montante pago foi um valor significativo, devido à valorização do empreendimento instalado no Centro Hospitalar Dr. José Evóide de Moura – CHDJEM, na Rua Aparício Véras, em Afogados da Ingazeira.

Com a nova aquisição, o Grupo JM, que tem a marca de Maria do Carmo (Diretora Técnica) e Joseph Domingos (Diretor Presidente) consolida o gigantismo. Além da rede de farmácias, o grupo JM é dono do Laboratório Maria do Carmo e Clinical Center, centro médico que oferta exames e serviços médicos especializados e ainda da  Pharmaplus, distribuidora de medicamentos farmacêuticos, um projeto com investimento de 2 milhões.

A Farmácia Michelle nasceu com a união de um centro médico Hospitalar Dr. José Evóide Moura – CHDJEM e foi administrada pela família fundadora, a família MOURA, até a venda.

Dívida das famílias brasileiras bate recorde e ultrapassa 50% da renda acumulada em um ano

O Banco Central informou que as dívidas bancárias bateram um recorde em novembro do ano passado ao atingir 51% da renda acumulada das famílias nos 12 meses anteriores.
O Banco Central informou que as dívidas bancárias bateram um recorde em novembro do ano passado ao atingir 51% da renda acumulada das famílias nos 12 meses anteriores. Foram levadas em consideração todas as dívidas com bancos, incluindo as de financiamento imobiliário. A marca mais alta tinha sida registrada em outubro de 2020, com 49,81% dos ganhos. A série histórica começou em janeiro de 2015.
 
No primeiro mês de 2019, antes da pandemia, o indicador era de 45,19%. O menor percentual registrado desde o início do levantamento é o de janeiro de 2005 (18,42%), que marca o começo da série histórica. Os dados estatísticos foram publicados pelo jornal O Estado de S.Paulo.
 
De acordo com estudo feito pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a média de famílias endividadas no ano passado aumentou 2,8 pontos porcentuais, em comparação com 2019 (66,5%).

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Governo quer aprovar novo auxílio em 3 semanas no Congresso

Depois do “consenso” fechado entre os presidentes da Câmara, do Senado, e ministros, o governo tentará aprovar a proposta que viabilizará o pagamento da nova rodada do auxílio emergencial em três semanas.

 
Segundo o Broadcast/Estadão apurou, esse é o prazo com que a equipe econômica trabalha para a aprovação do que o ministro da Economia, Paulo Guedes, chama de “novo marco fiscal”, que seria composto pela inclusão, na Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do pacto federativo, de uma cláusula de calamidade pública (uma espécie de PEC de Orçamento de Guerra, semelhante à aprovada no ano passado).
 
Isso permitirá retirar os gastos do auxílio emergencial de regras fiscais, como o teto de despesas, mas criaria condicionantes, como medidas automáticas de contenção de gastos. Como mostrou o Estadão no sábado (13), o alcance das medidas ainda está em discussão entre o Ministério da Economia e a área política devido à urgência para a aprovação da “PEC da guerra”. Medidas mais duras poderão ficar para uma segunda PEC fiscal, para ser votada até o fim de julho.
 
Na sexta-feira, após a reunião com Guedes que selou o acordo, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), disse que apresentaria ao colégio de líderes uma proposta do texto, que, para o governo, deverá ser aprovado pelo Congresso Nacional até o início de março. Com isso, a expectativa é que a primeira parcela do novo auxílio seja paga ainda no próximo mês.

Taxa de desemprego cai em 16 estados em 2019, revela IBGE

A taxa média de desemprego fechou 2019 em queda em 16 estados, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios–Contínua (PNAD-Contínua), divulgada nesta sexta-feira(14), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A menor taxa média anual de desemprego ficou com Santa Catarina: 6,1%. Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul aparecem em seguida, todos com 8%. Já os maiores percentuais foram observados no Amapá (17,4%) e na Bahia (17,2%).

A população ocupada cresceu em 23 unidades da federação. Apesar da queda da taxa de desemprego e da ocupação, 20 estados tiveram taxa recorde de informalidade, isto é, os empregados sem carteiras, os trabalhadores por conta própria sem CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas) e os familiares auxiliares. A maior taxa foi anotada no Pará (62,4%), bem acima da média brasileira (41,1%). Atualmente, há no país 12,6 milhões de desempregados.

Setor de saúde deve criar 125 mil emprego até o fim do ano

Enquanto a maioria dos setores econômicos mostra oferta reduzida de empregos, na área de saúde o quadro é bem mais favorável. Projeção realizada a pedido da Confederação Nacional da Saúde (CNS) estima uma taxa de crescimento de vagas nos serviços de saúde para 2020 de, no mínimo, 4,3% e, no máximo, de 5,4% em relação ao ano anterior.

A expectativa é de um incremento de até 124,9 mil postos neste ano. Sócio da M&A Consultoria Econômica, que realizou o estudo, Marcos Lima explicou que a previsão otimista para 2020 tem a ver com o PIB, cuja estimativa feita pelo mercado financeiro é de uma alta de 2,3%.

Após novo aumento, preço da gasolina no cartão de crédito passa dos R$ 5 em Afogados da Ingazeira

Com o aumento anunciado pela Petrobras, o preço da gasolina chegou a R$ 5,09 nas bombas de postos de combustíveis de Afogados da Ingazeira, isso no cartão de crédito. Considerando somente esse preço, o aumento sentido no bolso do afogadense é de R$ 0,30 por litro.

Estabelecimentos em outras regiões do estado já vendem a gasolina aditivada por mais de R$ 5 e, em alguns casos, o litro chega a passar dos R$ 5,30. Sem fiscalização na política de reajuste dos combustíveis, os revendedores são livres para praticarem o preço que acharem justos.

Novo auxílio deve vir em quatro parcelas de R$ 250

Aplicativo auxílio emergencial do Governo Federal.

Governo e lideranças do Congresso avançaram nas negociações para a concessão de mais uma etapa do auxílio emergencial com valor de R$ 250 em quatro parcelas, com custo de cerca de R$ 30 bilhões. O benefício deve começar a ser concedido em março com término em junho.

 
Já há entendimento político de que a concessão do auxílio terá de ser dada por meio da aprovação de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) de orçamento de guerra, semelhante, mas não igual à aprovada em 2020. Na prática, o orçamento de guerra permitiu que o governo ampliasse os gastos no combate à pandemia livre das “amarras” das regras fiscais.
 
Agora, as medidas de contrapartidas de corte de despesas e de renúncias fiscais, cobradas pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, serão divididas em duas etapas.
 
A “PEC de guerra”, que se espera esteja aprovada até a primeira semana de março, conterá uma versão mais compacta de medidas fiscais com base em um texto que já está no Senado, o do pacto federativo, que tem como relator o senador Márcio Bittar (MDB-AC).

Entidades pedem fim da nota de R$ 200 a ministra do STF

Associações do Tribunal de Contas da União (TCU) e organizações ligadas ao combate à corrupção recorreram ao Supremo Tribunal Federal (STF) para interromper a emissão de novos lotes de notas de R$ 200 ou para fixar uma data limite para o fim da circulação.
 
O documento foi encaminhado à ministra Carmen Lúcia, relatora da petição impetrada em agosto do ano passado sobre o mesmo tema. As informações são do portal Uol.
 
Na ação, as oito organizações alegam que o Brasil não tem estrutura financeira para a circulação das cédulas, além da pouca utilização das notas nos pagamentos do auxílio emergencial. As entidades alegam que foi gerado um superfaturamento para a impressão, mas somente 12% do prometido pelo Banco Central foi emitido.
 
Na visão das entidades, o fim do auxílio emergencial e a chegada das vacinas contra a Covid-19 estimulam as atividades comerciais e econômicas e, por consequência, diminuem a necessidade de utilização da nota.