PESQUISA ATLASINTEL: Flávio Bolsonaro ultrapassa Lula e lidera cenário de 2º turno

A desaprovação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva alcançou 61% dos brasileiros, segundo pesquisa do PoderData realizada entre os dias 21 e 23 de março de 2026. É o pior índice registrado desde o início da série histórica, em março de 2024, a pouco mais de seis meses da eleição presidencial.

O levantamento mostra que a avaliação pessoal do presidente é mais negativa do que a do governo. Enquanto 61% desaprovam Lula, 57% dizem desaprovar a administração federal como um todo, com 37% de aprovação. A diferença entre quem aprova e desaprova o presidente chegou a 30 pontos percentuais, quase o triplo do registrado há dois anos.

Os dados indicam uma deterioração contínua na percepção da população. Desde setembro de 2025, a desaprovação do governo subiu seis pontos, enquanto a aprovação caiu para o menor patamar do mandato. O distanciamento entre a imagem do presidente e a avaliação da gestão também tem se mantido nos últimos meses.

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PODERDATA: Desaprovação de Lula atinge 61% e chega ao maior nível em dois anos

A desaprovação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva alcançou 61% dos brasileiros, segundo pesquisa do PoderData realizada entre os dias 21 e 23 de março de 2026. É o pior índice registrado desde o início da série histórica, em março de 2024, a pouco mais de seis meses da eleição presidencial.

O levantamento mostra que a avaliação pessoal do presidente é mais negativa do que a do governo. Enquanto 61% desaprovam Lula, 57% dizem desaprovar a administração federal como um todo, com 37% de aprovação. A diferença entre quem aprova e desaprova o presidente chegou a 30 pontos percentuais, quase o triplo do registrado há dois anos.

Os dados indicam uma deterioração contínua na percepção da população. Desde setembro de 2025, a desaprovação do governo subiu seis pontos, enquanto a aprovação caiu para o menor patamar do mandato. O distanciamento entre a imagem do presidente e a avaliação da gestão também tem se mantido nos últimos meses.

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“Coronel Não!”: Anchieta rebate Carlos Veras e cobra mais ação para Carnaíba

Durante entrevista à Rádio Pajeú, o ex-prefeito de Carnaíba Anchieta Patriota (PSB) rebateu a fala do deputado federal Carlos Veras (PT), que, segundo ele, o adetivou de “coronel”.

Anchieta disse que não aceita o rótulo, já que “coronel não luta por educação de qualidade”, lembrando ações de sua gestão, como programas voltados para a educação rural, construção de escolas e barragens no Rio Pajeú para garantir água aos produtores.

Ele cobrou do parlamentar ações para Carnaíba, já que mesmo sendo votado na terra da música, destinou apenas R$ 100 mil em emendas. Sobre a crítica, destacando que foi eleito prefeito por duas vezes e ainda conseguiu fazer sucessores, garantindo liberdade para que cada um governasse com independência.

Ciro Gomes dispara: Lidera no Ceará com 47%; Elmano, tem 32%

Os números da primeira pesquisa eleitoral do Datafolha realizada no Ceará para as eleições de 2026 já estão disponíveis. A pesquisa, contratada pelo Grupo de Comunicação O POVO, indica Ciro Gomes (PSDB) com 47% das intenções de voto, seguido por Elmano de Freitas (PT), com 32%. Ao considerar um cenário com Roberto Cláudio (União Brasil), Elmano aparece na liderança, com 42%, sendo seguido por RC, com 20%, e Eduardo Girão (Novo), com 14%.

No cenário espontâneo, sem a apresentação de uma lista de candidatos aos entrevistados, Ciro e Elmano aparecem em empate técnico, com 15% e 14% das intenções de voto, respectivamente.

A pesquisa O POVO/Datafolha está registrada no Tribunal Superior Eleitoral com os números CE-07925/2026 e BR-05068/2026.

O levantamento foi realizado de 16 a 18 de março de 2026, com 816 pessoas entrevistadas pessoalmente. O intervalo de confiança é de 95%, e a margem de erro é de 3 pontos percentuais.

Nota: A soma das porcentagens pode ser um pouco acima ou abaixo de 100% devido ao arredondamento dos resultados, conhecido como “erro de aproximação”, o que não compromete a precisão da pesquisa.

Ratinho Junior desiste de disputar a Presidência e decide permanecer no governo do Paraná

O governador do Paraná, Ratinho Junior, anunciou nesta segunda-feira (23) que não disputará a Presidência da República e seguirá no comando do estado até o fim do mandato. A decisão, segundo nota oficial, afasta sua participação na escolha interna do PSD para as eleições presidenciais.

A decisão foi tomada no domingo (22), após reflexão com a família, e informada ao presidente nacional do partido, Gilberto Kassab, no dia seguinte. Com isso, o PSD deverá definir outro nome para a disputa ao Palácio do Planalto, conforme informações do Metrópoles.

Segundo a nota, Ratinho Junior justificou a escolha afirmando que mantém compromisso com o eleitorado paranaense e que pretende concluir o projeto de gestão iniciado no estado. O texto destaca ainda indicadores da administração, como avaliação positiva, investimentos em infraestrutura e resultados nas áreas de educação e segurança pública.

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Luciano Torres tem mais de 82% de aprovação em Ingazeira, aponta pesquisa

Levantamento realizado pelo Instituto de Pesquisa Expressão (IPE) mostra que a gestão do prefeito Luciano Torres (PSB) segue bem avaliada pela população de Ingazeira. De acordo com os dados, o gestor alcança 82,1% de aprovação. Na pergunta direta, apenas 12.8% Desaprovam e 5.1% Não Souberam Responder.

A pesquisa foi realizada entre os dias 17 e 18 de março de forma presencial, ouvindo 200 pessoas nas zonas urbana e rural do município.

Quando questionados sobre a avaliação da gestão, 25,17% dos entrevistados classificaram como “ótima”, enquanto a maioria, 50,33%, considera “boa”. Outros 19,87% avaliam como “regular”. Já os índices negativos são baixos: 1,98% apontaram como “ruim” e 2,65% como “péssima”.

O levantamento também avaliou o desempenho das secretarias municipais, que, segundo a pesquisa, apresentam avaliação positiva de forma geral.

Os números reforçam o bom momento administrativo da gestão de Luciano Torres, que mantém alto nível de aprovação tanto na sede quanto na zona rural do município.

De cereja do bolo à incerteza: Eduardo da Fonte perde espaço na disputa pelo senado

O deputado federal e presidente estadual do Progressista, Eduardo da Fonte, que já chegou a ser tratado como nome essencial na montagem das chapas para o Senado, hoje enfrenta um cenário bem mais complicado no xadrez político de Pernambuco.

Antes visto como “cereja do bolo”, o progressista acabou perdendo espaço tanto no campo da governadora Raquel Lyra quanto no grupo do prefeito João Campos.

A demora em assumir de vez a pré-candidatura ao Senado e a falta de um posicionamento claro acabaram pesando. Enquanto isso, João Campos se adiantou e praticamente fechou sua chapa. Já Raquel reorganizou seu grupo sem colocar Da Fonte como prioridade.

Mesmo com reconhecida habilidade de articulação e à frente de um partido com peso no estado, Da Fonte agora corre contra o tempo para não ficar isolado. A relação com o governo azedou após a saída de indicados do PP de espaços importantes como Ceasa, Lafepe e Porto do Recife, o que evidenciou o desgaste político.

A indecisão também custou caro dentro de casa. Aliados deixaram o partido e migraram para o PSD, base da governadora, enfraquecendo o grupo político liderado por ele.

Hoje, o cenário é de incerteza. Nos bastidores, já se fala em uma possível reconfiguração, com Da Fonte podendo ficar fora da majoritária, a não ser que haja uma reviravolta, como um eventual reposicionamento de Raquel, que poderia abrir espaço na chapa ao Senado e redirecionar outros nomes, como Priscila Krause, para a disputa proporcional.

Como diz o velho ditado da política, tudo pode mudar de uma hora pra outra. Agora é esperar os próximos capítulos.

Humberto reúne prefeitos do Pajeú e reforça articulação no Sertão

Neste sábado (21), o senador Humberto Costa (PT) cumpriu agenda em Afogados da Ingazeira, onde concedeu entrevista à Rádio Pajeú e, em seguida, participou de um encontro com prefeitos e lideranças do Sertão do Pajeú, realizado na Pousada de Brotas.

O evento reuniu nomes importantes da política regional, como o prefeito anfitrião Sandrinho Palmeira, além de Luciano Torres, presidente do CIMPAJEÚ, Márcia Conrado, Zé Pretinho, Flávio Marques, Fredson Brito, Ismael, Diógenes Gomes, Aline Karina e Maycon da Farmácia. Também marcaram presença os ex-prefeitos Anchieta Patriota, Tácio Bezerra e Djalma Alves.

Durante o encontro, Humberto destacou a importância da união entre os gestores para enfrentar os desafios das cidades do interior, principalmente em áreas como saúde, infraestrutura e desenvolvimento.

Os prefeitos, por sua vez, reconheceram a atuação do senador, destacando a parceria institucional e a liberação de recursos para os municípios, sem distinção partidária. Mesmo gestores alinhados à governadora Raquel Lyra fizeram elogios à postura e ao trabalho de Humberto no Senado.

Além das falas de apoio, a reunião também serviu para troca de experiências e alinhamento político, reforçando a presença do senador na região do Pajeú e sua articulação com lideranças locais.

Com Marília no páreo, Humberto corre Risco de ficar fora do senado

A montagem da chapa com João Campos (PSB) para o governo, ao lado de Marília Arraes (PDT) e Humberto Costa ( PT), pode acabar virando dor de cabeça dentro do próprio grupo. E quem pode sair mais apertado nessa história é justamente Humberto.

Isso porque Marília vem largando na frente em praticamente todas as pesquisas, ocupando a primeira posição com folga. Com isso, a segunda vaga ao Senado pode ficar aberta pra disputa pesada e não tá descartado que um nome ligado à Raquel Lyra acabe beliscando esse espaço.

Na prática, o jogo complica. Sem Marília na disputa, Humberto teria um caminho bem mais tranquilo, já que consegue bater de frente com outros nomes. Mas dividindo palanque com ela, a coisa muda de figura.

Marília tem força na esquerda, mas também conversa com eleitor de centro, o que amplia ainda mais seu alcance. Já Humberto acaba ficando espremido dentro do próprio campo, numa disputa que pode virar “fogo amigo”.

E o risco não é pequeno: se não conseguir se viabilizar, o PT pode sair ainda mais enfraquecido em Pernambuco. O partido já não comanda prefeituras importantes nem o governo do estado e ficar sem uma vaga no Senado seria mais um golpe duro.

No fim das contas, o cenário é claro: a disputa interna pode custar caro, e Humberto vai ter que suar dobrado pra não ficar pelo caminho mesmo estando do lado “certo” da chapa.

Na briga pelo senado, cada nome pode virar o jogo

A ausência de Miguel Coelho numa chapa majoritária faz diferença. Na conta fria da política, ele seria bem mais viável que Silvio Costa Filho, que soma menos no jogo eleitoral.

Os Coelho carregam o peso de Petrolina, uma prefeitura de grande porte, além de várias lideranças no interior que ajudam a puxar voto. O problema é a Operação Vassalos, ação da Polícia Federal, que tende a ganhar destaque no debate e ser explorada durante a campanha, esquentando ainda mais o clima político.

Do outro lado, a escolha de Marília Arraes e Humberto Costa reforça a esquerda, mas também espanta uma fatia do eleitorado de centro-direita. Diferente de nomes como Miguel e Eduardo da Fonte, que transitam melhor nesse meio.

E tem mais: o peso de Luiz Inácio Lula da Silva por aqui não decide eleição. Prova disso é que o PT nunca conseguiu fincar de vez o pé no comando do estado.

A governadora Raquel Lyra até tentou puxar Marília e Silvio pro seu lado, mas João segurou o grupo, montando uma chapa bem alinhada à esquerda.

Com espaço mais limitado nas articulações, Raquel acabou fortalecendo alianças com lideranças mais tradicionais do campo político, como Mendonça Filho e o grupo dos Coelho.

No fim das contas, o cenário vai se desenhando: lados definidos, alianças montadas e um jogo que promete esquentar ainda mais quando as pesquisas começarem a mostrar quem realmente tá com força.