Se os adultos brasileiros que hoje não praticam nenhum exercício passassem a se movimentar por pelo menos dez minutos por dia, cerca de 420 mil casos de demência poderiam ser evitados até 2050. A mudança representaria uma economia de até R$ 16 bilhões em custos relacionados à doença.
A estimativa é de um estudo conduzido por pesquisadores do Brasil e dos Estados Unidos, publicado em 2025 no Brazilian Journal of Psychiatry. Em um cenário no qual a inatividade física fosse completamente eliminada, a economia poderia chegar a R$ 23 bilhões.
Os autores combinaram dados de 2019 da Pesquisa Nacional de Saúde, realizada pelo Ministério da Saúde em parceria com o IBGE, com informações do Global Burden of Disease, conduzido nos Estados Unidos.
