A lei do retorno em Serra Talhada…

O deputado estadual Luciano Duque (SD) reagiu, nesta terça-feira (9), à rejeição das suas contas de 2019 pela Câmara de Vereadores de Serra Talhada, alegando que a decisão foi política e não o impede de disputar as eleições de 2026.

Mas para muitos, o episódio atual representa apenas a conhecida lei do retorno. Duque foi vice de Carlos Evandro por dois mandatos e ainda foi indicado por ele como sucessor à Prefeitura de Serra Talhada, elegendo-se prefeito. Anos depois, rompeu com o mentor político.

Após dois mandatos, Luciano indicou sua então secretária de Saúde, Márcia Conrado, para sucedê-lo. O ciclo se repetiu: agora foi Márcia quem rompeu com Duque – e o golpe foi mais duro. A articulação da prefeita com sua base culminou na reprovação das contas do ex-prefeito, hoje deputado.

O recado que muitos interpretam é simples e direto: “aqui se faz, aqui se paga.”

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