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A tendência das pesquisas e o desempenho de Danilo Cabral…

A seis meses das eleições, pesquisa de intenção de voto neste momento não diz quem vai ganhar, mas aponta uma determinada tendência. No que tange a disputa pelo Palácio do Campos das Princesas, o desempenho de Danilo Cabral, pré-candidato do PSB vem capengando, isso porque a Frente Popular ainda não colocou o time em campo.

Marília aparece na liderança do levantamento feito pelo Instituto Opinião, divulgado ontem (03), seguida de Raquel Lyra (PSDB), Anderson Ferreira (PL) e Miguel Coelho (UB). A tendência natural é o crescimento de Danilo, pela estrutura do PSB que conta com a maioria dos prefeitos, dos deputados e ainda a máquina do estado, mas o percentual de Cabral continua acanhado, o que tem deixado lideranças governistas impacientes, com um pé lá e outro cá, aguardando a ocasião exata para desembarcar.

Sem reagir, a Frente Popular pode desidratar ainda mais se o seu pré-candidato não atingir pelo menos dois dígitos nos próximos estudos técnicos. Há 16 anos no comando do estado, o PSB aprendeu a ganhar eleição, o que talvez criou um excesso de confiança. Cada eleição é diferente de outra e não há dúvidas de que o time de Paulo, João e Renata vai jogar pesado na luta eleitoral…

Chamou a atenção na pesquisa realizada pelo Instituto Opinião, a intenção de voto na Espontânea, quando se verifica a influência de apoios, ao ter o nome vinculado ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Danilo aparece com 21,4%, seguido de Marília Arraes, com 21,1%, esta vinculada a Paulinho da Força, principal liderança do Solidariedade. Em seguida aparece Anderson Ferreira, com 14,9%, tendo seu nome vinculado ao apoio do presidente Bolsonaro. Vinculada a João Doria, Raquel Lyra aparece com 9% e Miguel Coelho, vinculado a Luciano Bivar, do seu partido e que se colocou como pré-candidato, aparece com 7,5%.

Nesse caso, está mais do que provado que Lula influenciará bastante na campanha do socialista. O problema é que Marília terá o mesmo direito do uso da imagem, é aí que o candidato do Palácio pode levar desvantagem.

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