
Cultura
Meia-entrada para festas poderá acabar
Como noticiamos, Jair Bolsonaro recebeu cantores sertanejos nesta quarta-feira, no Palácio do Planalto, e prometeu apoio às demandas da classe. Ele alegou que as causas dos artistas “são mais do que justas”, mas não deu mais detalhes. Na solenidade, os artistas pediram, por exemplo, o fim da cobrança de meia-entrada, que beneficia estudantes, idosos, pessoas com deficiência e jovens de baixa renda. O presidente não deu uma resposta específica sobre o tema. O Antagonista
Zé Ioní, o ‘cauvão’ e o nego Merica
De óculos na cara, escolhendo umas batatas na feira das frutas num espremido da gota, o ex-vereador José Ioni levou um cutucão no espinhaço de um ex-eleitor das antigas. Tratava-se do folclórico e inexorável Merica, que aproveitou o ensejo para pedir um saco de ‘CAUVÃO’ ao Ioní que de pronto respondeu: – tô podendo carregar peso nas costas não. Foi quando o Merica sem entender a mensagem de Ioní retrucou: – que peso? Quem vai carregar nas costas sou eu rapaz, o cauvão é maneiro. E o Ioní encerrou o papo com sua velha frase: – Homi fala sério!!!
Rio terá Carnaval fora de época em julho
O governador em exercício do Rio de Janeiro, Claudio Castro, sancionou uma lei que oficializa o Carnaval fora de época no estado. A determinação foi publicada em edição extra do Diário Oficial da última terça-feira (12/1). Intitulado de Carnario – Carnaval Fora de Época, o projeto ocorrerá anualmente no mês de julho. Segundo o decreto, a finalidade do evento será incentivar a economia e estimular o turismo e o lazer, “com a criação de postos de emprego e venda de produtos e serviços”.
Gretchen bateu Fábio Júnior
A cantora Gretchen acaba de terminar o seu 17º casamento. A eterna Rainha do Bumbum e o comerciante português Carlos Marques decidiram pôr um fim no relacionamento após 7 anos juntos.
Ela bateu Fábio Júnior.
Beto Barbosa passa mal e encerra show mais cedo em João Pessoa
O cantor Beto Barbosa encerrou seu show mais cedo na noite deste sábado (11), no Esporte Clube Cabo Branco, em João Pessoa, por conta de um mal-estar. Ele tinha tocado cerca de dez músicas quando teve que interromper a apresentação.
Ao encerrar o show, o cantor pediu a compreensão do público e disse estar se sentindo muito mal. Ele pediu perdão e saiu do palco caminhando lentamente e com a mão na barriga. As informações são de que o cantor já estava com problemas de saúde e tinha estado internado antes do show, por isso teve uma recaída durante a apresentação.
AMOR, ETERNO AMOR
Minha comadre Nevinha anda muito queixosa com o tratamento que vem lhe dispensando o meu compadre Mundinho. Diz que ele não é nem sombra daquele rapaz atencioso de antigamente, que estendia sua camisa branca feito neve para ela passar sobre a poça de lama do Alto do Mateus.
Naquele tempo, quando comadre Nevinha dava uma topada, Mundinho se achegava todo faceiro e delicado, ajoelhava-se aos seus pés, pegava o dedo dolorido e dava um beijo.-Deixa eu beijar, que passa”, garantia.
Agora, quando comadre Nevinha dá a mesma topada, Mundinho se volta e grita: – Tá cega?!
É um problema geral, posso dizer. Raros são os maridos que conservam o lado romântico quando tratam com as mulheres, depois de bodas e mais bodas vividas.
Gilvanzinho está aí para não me deixar mentir.
Quando juntou seus trapos com Jussara, a união dos pombinhos prometia atravessar os estágios da vida e perdurar depois da morte.
Vinte anos se passaram e hoje Jussara leva nome de gorda, mas devolve o galanteio chamando seu amado de “manequim”, referindo-se ao bucho proeminente que chega a descer pelas pernas e cobrir os “pissuidos”.
Ontem Jussara quebrou o pé. Está de bota de gesso. Na volta do hospital, pararam na farmácia para comprar o remédio receitado. O farmacêutico informou que só havia em gotas e que Jussara tomaria uma gota por cada quilo de peso.
-Então pode descer logo três caixas dessas -, mandou Gilvanzinho, no seu jeito delicado de ser.
Quando chegaram em casa, ela, suada e tristonha, lamentou-se:
-Êita, marido, perdemos o carnaval!
-Perdemos não, pois não quebrei pé nenhum -, respondeu-lhe o amado, com a sua inquestionável solidariedade. Ti]ao Lucena
Momento Literário…
Há entre as horas e o tempo
Vidas e sonhos encarcerados,
Desordenados pelo Medo.
Das horas restam apenas os segundos
O menor espaço entre a vontade e o medo
Do tempo resta o passado
Transformado em cinzas e silêncio…
Alessandro Palmeira – Psicólogo e Escritor Afogadense

