Governador petista do Piauí sanciona aumento do ICMS para 22,5%

O governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT), sancionou, na segunda-feira (23), o aumento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de 21% para 22,5%.

Na segunda, o governo enviou 4 mensagens para serem aprovadas pela Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi), em sessão extraordinária. As matérias precisaram ser votadas em caráter de urgência para já poderem ter validade para 2025.

Segundo o secretário de Fazenda, Emílio Júnior, o aumento do ICMS tem o objetivo de compensar a isenção dos produtos da cesta básica.

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Inadimplência no Brasil atinge 41,51% da população adulta em novembro de 2024

Em novembro de 2024, 68,62 milhões de consumidores estavam inadimplentes, o que representa 41,51% da população adulta do Brasil. Esse número indica um crescimento de 1,48% em relação a novembro de 2023 e um aumento de 0,89% de outubro para novembro do mesmo ano. A informação veio do levantamento divulgado pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) nesta segunda-feira (16).

José César da Costa, presidente da CNDL, aponta a continuidade do crescimento da inadimplência, tanto em comparação mensal quanto anual. “O cenário mostra uma dificuldade do brasileiro em pagar suas dívidas. A inflação dos alimentos tem um grande impacto na renda das pessoas e isso atrapalha ainda mais esta situação de endividamento. A expectativa é que com a entrada do décimo terceiro e da renda extra do final do ano os consumidores priorizem o pagamento das dívidas”, disse Costa.

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BC leiloará US$ 4 bi de reservas internacionais para segurar dólar

Além de elevar os juros básicos em 1 ponto percentual, o Banco Central (BC) intervirá no câmbio pela primeira vez em quase um mês para segurar a alta do dólar. A autoridade monetária leiloará nesta quinta-feira (12) até US$ 4 bilhões das reservas internacionais com compromisso de recompra, quando o dinheiro é comprado de volta às reservas meses mais tarde.

Segundo comunicado emitido no início da noite pelo BC, a autoridade monetária fará dois leilões de até US$ 2 bilhões durante a manhã. As operações de recompra ocorrerão em 4 de fevereiro de 2025 para o dinheiro vendido no primeiro leilão e em 2 de abril de 2025 para o dinheiro vendido no segundo leilão.

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Inflação sobe 0,39% em novembro puxada pela alimentação. Carne é vilã

O aumento dos preços das carnes (8,02%) foi o “grande vilão” da inflação em novembro, segundo dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) divulgados nesta sexta-feira (8/11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O IPCA mostra avanço de 0,39% nos preços do mês passado — o que representa um recuo de 0,17 ponto percentual em comparação a outubro (0,56%). Com isso, o Brasil tem inflação acumulada de 4,87% nos últimos 12 meses — 0,37 ponto percentual acima do teto da meta para 2024. No ano, o IPCA acumulado é de 4,29%.

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Inadimplência atinge em novembro de 2024 o maior índice desde outubro de 2023

A inadimplência dos consumidores permaneceu elevada em novembro. Entre as famílias, 29,4% disseram que têm dívidas em atraso. O percentual é o maior desde outubro do ano passado. O total de consumidores que revelaram estar sem condições de quitar as dívidas subiu para 12,9%. Em outubro, era de 12,6% e, em novembro de 2023, de 12,5%.

Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) de novembro, elaborada mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A Peic divulgada, na quinta-feira (5), indicou alterações nos tipos de crédito e no comportamento financeiro das famílias.

Conforme a pesquisa, o endividamento do consumidor avançou em novembro, chegando a 77% do total, na comparação com os 76,6% registrados no mesmo mês de 2023. O aumento é resultado do maior uso do crédito para compras de fim de ano, além de indicar uma gestão mais cautelosa do orçamento, afirmam os pesquisadores. O percentual de consumidores que se consideram muito endividados recuou para 15,2%, menor patamar desde novembro de 2021.

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Dólar registra mais uma alta na abertura, cotado a R$ 6,030

O dólar à vista abriu em alta, mais uma vez, nesta segunda-feira (2/12). Por volta das 9h10, a moeda americana registrava elevação de 0,51%, cotada a R$ 6,030.

Na sexta-feira (29/11), o dólar fechou a R$ 6,00, computando o terceiro recorde seguido da cotação em valores nominais (ou seja, sem levar em conta fatores como a inflação). A moeda acumulou alta de 3,21% na semana passada e de 3,79% no mês. No ano, a valorização é de 23,66%.

Na última semana, a cotação do dólar tem sido fortemente influenciada pelo pacote de corte de gastos apresentado pelo governo. As contestações ocorrem porque o mercado considera as medidas insuficientes para atenuar a trajetória de alta da dívida pública brasileira.

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Real tem 2º pior desempenho do mundo em novembro, e maior desvalorização na semana do pacote fiscal

O dólar voltou a subir nesta sexta-feira (29), encerrando o mês em forte alta a R$ 6,0012.

De acordo com levantamento feito por Einar Rivero, analista da Elos Ayta, a moeda registrou a segunda maior depreciação no mês de novembro, com recuo de 4,55% ante o dólar.

O parâmetro utilizado foi o dólar Ptax, taxa de referência para contratos denominados em real em bolsas de mercadorias no exterior. No caso deste parâmetro, a cotação final do mês foi de R$ 6,0529 na compra, e de R$ 6,0535 na venda.

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Previsão de gastos com Previdência aumenta R$ 7,67 bilhões, dizem ministérios; total em 2024 deve chegar a R$ 940 bilhões

O Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas do 5º bimestre, divulgado na noite desta sexta-feira (22), pelos ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento, traz revisões em expectativas de receitas e nas projeções de gastos até o fim deste ano, na comparação com o relatório do 4º bimestre, publicado em setembro.

A previsão de gastos com benefícios previdenciários, em 2024, subiu de R$ 932,364 bilhões para R$ 940,034 bilhões, um avanço de R$ 7,670 bilhões.

A projeção para os pagamentos de pessoal e encargos sociais caiu em R$ 1,940 bilhão, para R$ 351,625 bilhões.

Os valores estimados para o pagamento de precatórios e sentenças judiciais recuaram em R$ 30 milhões, chegando a R$ 19,377 bilhões.

Pelo lado da arrecadação, a estimativa para as receitas com dividendos de estatais teve elevação de R$ 4,505 bilhões, passando para R$ 72,966 bilhões.

Já as receitas previstas com concessões tiveram queda de R$ 2,197 bilhões, ficando em R$ 18,545 bilhões.

O relatório também mostra que a projeção para arrecadação com royalties neste ano subiu R$ 250,6 milhões, totalizando R$ 123,419 bilhões.

CNN Brasil

SP é responsável por 31% do PIB do Brasil; veja ranking de estados com maior peso

Conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), São Paulo é o estado com a maior participação no Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. Sozinho, São Paulo representa 31% do PIB do Brasil.

As informações fazem de pesquisa divulgada nesta quinta-feira, 14, pelo IBGE, e referem-se ao Sistema de Contas Regionais 2022, elaborado em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA). Segundo a pesquisa, o Sudeste é a região com maior participação no PIB, tendo um peso de 53,3%.

Logo em seguida aparecem Sul (16,6%), Nordeste (13,8%), Centro-Oeste (10,6%) e Norte (5,7%). Os três estados que mais são participativos no Produto Interno Bruto brasileiro são do Sudeste.

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Pessimismo com a economia diminui confiança da indústria, diz CNI

A confiança dos industriais diminuiu na passagem de outubro para novembro, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) divulgado nesta terça-feira (12/11) caiu 0,6 ponto. Antes em 53,2 pontos, o indicador agora registra 52,6 pontos.A CNI consultou 1.209 empresas, sendo 482 de pequeno porte; 455 de médio porte; e 272 de grande porte, entre os dias 1º e 7 de novembro de 2024, para realizar o levantamento.

“O que trouxe a queda da confiança em novembro foi a avaliação sobre a economia. Tanto a avaliação das condições correntes quanto as expectativas em relação à economia pioraram e continuam negativas”, explica Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da CNI.

De acordo com o levantamento, o Índice de Condições Atuais recuou 0,5 ponto, para 48,3 pontos. A queda se deve à piora da percepção dos empresários sobre o momento vivido pela economia do país, cujo indicador caiu 1,7 ponto, para 42,5 pontos.

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