SP é responsável por 31% do PIB do Brasil; veja ranking de estados com maior peso

Conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), São Paulo é o estado com a maior participação no Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. Sozinho, São Paulo representa 31% do PIB do Brasil.

As informações fazem de pesquisa divulgada nesta quinta-feira, 14, pelo IBGE, e referem-se ao Sistema de Contas Regionais 2022, elaborado em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA). Segundo a pesquisa, o Sudeste é a região com maior participação no PIB, tendo um peso de 53,3%.

Logo em seguida aparecem Sul (16,6%), Nordeste (13,8%), Centro-Oeste (10,6%) e Norte (5,7%). Os três estados que mais são participativos no Produto Interno Bruto brasileiro são do Sudeste.

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Pessimismo com a economia diminui confiança da indústria, diz CNI

A confiança dos industriais diminuiu na passagem de outubro para novembro, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) divulgado nesta terça-feira (12/11) caiu 0,6 ponto. Antes em 53,2 pontos, o indicador agora registra 52,6 pontos.A CNI consultou 1.209 empresas, sendo 482 de pequeno porte; 455 de médio porte; e 272 de grande porte, entre os dias 1º e 7 de novembro de 2024, para realizar o levantamento.

“O que trouxe a queda da confiança em novembro foi a avaliação sobre a economia. Tanto a avaliação das condições correntes quanto as expectativas em relação à economia pioraram e continuam negativas”, explica Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da CNI.

De acordo com o levantamento, o Índice de Condições Atuais recuou 0,5 ponto, para 48,3 pontos. A queda se deve à piora da percepção dos empresários sobre o momento vivido pela economia do país, cujo indicador caiu 1,7 ponto, para 42,5 pontos.

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Bolsa da Argentina lidera ranking de ganhos em 2024; Ibovespa está em penúltimo

A bolsa da Argentina lidera o ranking de 20 mercados em ganhos em dólares no acumulado do ano até outubro, enquanto o Ibovespa, principal índice do mercado brasileiro, amarga a penúltima colocação. Os dados foram publicados pela Elos Ayta nesta sexta-feira (1º).

Conforme o levantamento, o S&P Merval — referência do mercado argentino — teve rentabilidade de 63,42% até esta quinta-feira (31), mais que o dobro da segunda colocada, o FTSE China 50, que acumulou alta de 27,56%.

Na ponta de baixo, a rentabilidade em dólar do Ibovespa recuou 19%, ficando à frente apenas do mexicano IPyC, que perdeu 25,46% no período.

Segundo analistas ouvidos pela CNN, o desempenho do mercado brasileiro segue a tendência vista no câmbio, que nesta sexta-feira encerrou na faixa de R$ 5,86, o maior patamar desde maio de 2020.

Desde o início do ano, o dólar soma alta de quase 21%.

Parte desta depreciação do real está em fatores domésticos, principalmente na confiança dos mercados no compromisso do governo federal zerar do déficit das contas públicas.

Há também uma série de fatores internacionais pesando sobre o mercado financeiro mundial, o que aumenta a aversão ao risco e impacta principalmente países emergentes, uma vez que os investidores buscam ativos mais seguros.

Além do Brasil, Chile, Colômbia e México também figuram entre as quedas apontadas pelo levantamento.

CNN Brasil

Intenção de Consumo das Famílias tem quarta queda consecutiva

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) recuou 0,6% de setembro para outubro, descontados os efeitos sazonais, o quarto resultado negativo consecutivo e o mais intenso no período. A diminuição da intenção pode ser percebida também na análise anual, com queda de 1,2%. O indicador ainda se mantém no nível de satisfação com 103,2 pontos; porém, está no menor patamar desde março deste ano. É o que revela a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Segundo a CNC, todos os componentes apresentaram movimento de queda, com exceção da Perspectiva Profissional, que não apresentou alterações. O Momento para Duráveis teve a maior redução da sua taxa, apresentando uma redução anual igual à sua redução no último mês (-1,8%). Na análise geral, o Emprego Atual é o item com maior pontuação na ICF, o que demonstra a satisfação dos trabalhadores. Em outubro, a Perspectiva Profissional dos consumidores foi o único item que não obteve redução na comparação mensal, mantendo o menor saldo desde junho de 2023. A Renda Atual continuou avançando (+3,7%) como a maior variação anual dentro de todos os componentes.

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Pix deve impulsionar PIB do Brasil em R$ 280,7 bilhões até 2028, aponta estudo

O Pix, sistema de pagamento instantâneo criado pelo Banco Central (BC), deve impulsionar o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em R$ 280,7 bilhões até 2028, segundo o Relatório de Impacto Econômico e Inclusão Financeira, desenvolvido pela ACI Worldwide em parceria com a The Centre For Economics and Business Research.

Segundo o estudo, o valor é equivalente a 2,41% do PIB do Brasil combinado ou a produção de 2,5 milhões de trabalhadores.

Vale dizer que no último ano, os pagamentos em tempo real contribuíram para um incremento de R$ 138,3 bilhões no PIB brasileiro, o equivalente a 1,32% do PIB combinado ou a produção de 1,3 milhão de trabalhadores, segunda traz o relatório.

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Inflação sobe em setembro em todas as faixas de renda, aponta Ipea

A inflação avançou no mês de setembro para todas as faixas de renda, em relação a agosto. Houve alta generalizada para todas as famílias brasileiras, mas o aumento dos preços foi mais significativo para aquelas de renda mais baixa. As informações constam do Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda, divulgado nesta terça-feira (15) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Para os domicílios com renda muito baixa, a taxa de inflação avançou de -0,19%, em agosto, para 0,58%, em setembro. Entre as famílias de renda mais alta, o índice aumentou de 0,13% para 0,33% no período. Incluindo os dados de setembro, a faixa de renda baixa é a que registra a maior alta inflacionária no acumulado do ano (3,43%), enquanto o segmento de renda alta apresenta a taxa menos elevada (2,92%).

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Farmacêuticas faturaram R$ 142 bilhões no país em 2023, diz Anvisa

Dados divulgados pela Anvisa nesta quarta-feira (9) mostram que o setor farmacêutico faturou aproximadamente R$ 142 bilhões em 2023. O resultado representa um crescimento nominal de 8,53% em relação a 2022. A informação é da coluna Radar, da revista Veja.

Segundo a publicação, foram comercializadas 5,77 bilhões de embalagens, um aumento de 1,03% comparado ao ano anterior, abrangendo um total de 14.108 tipos de apresentações.

O setor contou com a participação de 223 empresas, que ofertaram 6.955 nomes comerciais de produtos distribuídos em 509 classes terapêuticas diferentes. “As informações geradas têm o objetivo de fortalecer a transparência, ampliando a capacidade de participação da sociedade nos processos regulatórios e na formulação de políticas públicas no setor de saúde. Os dados contemplam todas as empresas e produtos farmacêuticos regulados pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos”, afirma a Anvisa.

Produção industrial mantém crescimento, supera ano passado e acumula 3% até agosto

A produção industrial apresentou variação positiva de 0,1%, na passagem de julho para agosto. A ligeira recuperação ocorre após queda de 1,4% no mês anterior. Comparado com agosto de 2023, o setor industrial tem crescimento de 2,2%, o terceiro seguido no campo positivo para essa comparação. Em 2024, a trajetória acumulada nos oito primeiros meses do ano é de 3%. Na soma dos últimos 12 meses, a expansão é de 2,4%.

Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM – Brasil), divulgada hoje (2) pelo IBGE. Segundo o instituto, o crescimento na passagem de julho para agosto de 2024 foi a taxa de menor intensidade no trimestre móvel compreendido entre junho e julho, mas teve a influência do efeito calendário, com um dia útil a menos do que agosto do ano anterior.

André Macedo, gerente da PIM Brasil, destaca que, frente aos meses anteriores, a base de comparação de agosto de 2023 é mais alta do que a verificada nos resultados de julho e junho. O efeito calendário e a base de comparação mais elevada afetam a magnitude do resultado de agosto de 2024, ante os 6,1% de julho e os 3,2% de junho.

“Permanece um perfil disseminado de taxas positivas nesse indicador, uma vez que as quatro grandes categorias econômicas e 18 das 25 atividades industriais pesquisadas mostraram crescimento na produção. Também vale destacar que no ano de 2024, o setor industrial mostra um patamar de produção superior ao verificado no ano passado, com o total da indústria avançando 3,0% no índice acumulado até agosto de 2024 e com predominância de resultados positivos entre as categorias econômicas e ramos industriais”, conclui Macedo.

Banco Central eleva projeção de alta no PIB deste ano para 3,2% e vê inflação maior

O Banco Central divulgou nesta quinta-feira seu relatório trimestral de inflação, revisando para cima a projeção para o PIB deste ano de 2,3% para 3,2%. A estimativa para a inflação também subiu para 4,3% em 2024, se aproximando do teto da meta.

A meta de inflação é de 3% neste ano, com tolerância de 1,5 ponto para cima ou para baixo.

Na quarta-feira, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse esperar que a economia cresça a uma taxa média superior a 2,5% ao ano durante o mandato de Lula (PT), acompanhando outros países do mundo. Neste mês, o governo já havia elevado suas estimativas para o crescimento do PIB deste ano de 2,5% para 3,2%

A autoridade explica que esse aumento na estimativa para o PIB acontece diante de um desempenho acima do esperado no segundo trimestre. Há, no entanto, expectativa de desaceleração no ritmo de crescimento no segundo semestre de 2024 e ao longo de 2025.

De acordo com o diretor de política econômica, Diogo Guillen, o grosso desse aumento na estimativa para PIB se deve ao bom desempenho da indústria e dos serviços, assim como ao consumo e fortalecimento dos investimentos.

Em relação à inflação, o relatório destacou uma queda acentuada nos preços da alimentação no domicílio para o trimestre encerrado em agosto, influenciados principalmente pelos alimentos in natura, ou seja, não industrializados, como hortaliças. Entretanto, a taxa acumulada em 12 meses para essa categoria avançou, atingindo 4,60%.

O BC cita como fatores por trás da revisão da estimativa a possível restrição de oferta de produtos devido ao clima seco e o encarecimento de preços de bens industriais, influenciados por fatores como depreciação cambial.

O Globo

IPCA fica negativo em 0,02% em agosto, na primeira deflação desde junho 2023

Em agosto, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo, usado para observar o comportamento da inflação, ficou negativo em 0,02% de acordo com informações divulgadas pelo IBGE nesta terça-feira. O resultado veio menor que o esperado pelos analistas de mercado, que calculavam alta de 0,01%. É a primeira deflação desde junho de 2023.

O desempenho foi puxado pela queda nos preços dos alimentos e bebidas (-0,44%) e na conta de luz
No ano, no entanto, a inflação acumulada é de 2,85%
Já nos últimos 12 meses, o acumulado é de 4,24%, abaixo do teto da meta de inflação para 2024

O resultado vem após a previsão para 2024 da Selic, a taxa básica de juros, saltar de 10,5% para 11,25% ao ano, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira. O relatório, que reúne as projeções de analistas de mercado, também revisou para cima a projeção do IPCA para o ano, de 4,26% para 4,3% no ano.

Na alimentação, houve leve queda nos preços de cebola (-0,04%), tomate (-0,04%) e batata-inglesa (-0,06%), por exemplo. Outro fator que influenciou a deflação do mês de agosto foi a mudança da bandeira tarifária de energia. Em julho, ela estava amarela, mas passou para verde no mês passado.  O Globo