Absurdo do desastre do Governo Lula: Peso Argentino supera o real, e Brasil tem pior moeda entre emergentes em 2024

O real ultrapassou na tarde desta segunda-feira (17), por volta das 16h, o peso argentino, passando a figurar como a moeda entre os países emergentes com a pior performance em 2024.

O dólar, usado como parâmetro, acumulou hoje valorização de 10,54% frente à divisa brasileira em 2024. A moeda do país vizinho é a segunda em desvalorização, com perda frente ao dólar de 10,48%.

O real vem perdendo força mundialmente de forma sucessiva. De forma geral, especialistas vêm mencionando já há algum tempo que a perspectiva de juros mais altos nos Estados Unidos é a principal causadora do enfraquecimento do real.

Os ruídos políticos aumentam o temor de que as contas públicas brasileiras se deteriorarão e, consequentemente, geram a visão de que investir no país é mais arriscado. Fatores como a mudança na meta fiscal, na presidência da Petrobras e, hoje, falas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foram levados em conta.

Fonte: Infomoney

Real está entre moedas que mais perderam valor em 2024 em meio à deterioração fiscal

O agravamento das incertezas em relação à condução da política fiscal no país tem pressionado a moeda brasileira, que perde espaço para o dólar. O real estava até esta terça-feira (11) em sétimo lugar entre as moedas que mais desvalorizaram em relação à moeda americana, com queda de 9,5%.

Acima dele no ranking, vem países como o Japão, cuja moeda, que recuou 10,1% no mesmo período, vem atingindo mínimas em décadas, em meio a recente mudança de política monetária do país, que vem de anos com taxas negativas. Em quinto lugar, vem o peso argentino, com desvalorização de 10,5%.

O primeiro lugar do ranking elaborado pela Austin Rating ficou com a Nigéria, onde a naira caiu 42,8%.

Com menor desvalorização e, portanto, na frente do Brasil, estão: lira turca (-8,7%), peso mexicano (8,1%) e franco suíço (-6,8%).

CNN

Dólar fica acima dos R$ 5,40 pela primeira vez em 18 meses com risco fiscal e Fed

O dólar subiu ante o real nesta quarta-feira (12) e fechou em R$ 5,40 pela primeira vez em praticamente 18 meses. O risco fiscal no Brasil e as sinalizações do Fed (Federal Reserve, o bc americano) explicam o fortalecimento da divisa, de acordo com informações do portal InfoMoney. A moeda terminou o dia cotada a R$ 5,406 na compra e R$ 5,407 na venda, alta de 0,86%. Desde 4 de janeiro de 2024, quando fechou a R$ 5,452, o dólar não superava os R$ 5,40.

O Comitê do Banco Central (BC) dos Estados Unidos (EUA) sinalizou que será feito apenas um corte neste ano e mostrou que não seria apropriado reduzir o intervalo da meta até que ganhe maior confiança de que a inflação está se movendo de forma sustentável em direção a 2%. Isso fez o dólar ganhar força em escala global.

Já no mercado doméstico, os investidores repercutiram a derrota do governo em seus esforços para compensar a desoneração da folha de pagamentos.

Ainda em destaque, segundo Leonel Mattos, analista de Inteligência de Mercado da StoneX, a alta do dólar também foi puxada pelo discurso do presidente Lula em um fórum que reúne representantes do Brasil e Arábia Saudita.

“Embora seja difícil precisar exatamente o que foi mal recebido, ao que parece, frase do Lula em que atribuía que o aumento da arrecadação e queda da taxa de juros permitirão a redução do déficit sem comprometer a capacidade de investimento público foi particularmente mal recebida. Na frase ele indica que há uma perspectiva de redução do déficit primário no Brasil ou do déficit público no Brasil, porém ele atribui a possibilidade da queda desse déficit primariamente ao aumento da arrecadação. Ele, por exclusão, acaba deixando de fora o lado do controle de gastos públicos, que é a parte que os investidores mais se preocupam no momento, ou seja, de que o governo está buscando o equilíbrio das contas públicas aumentando gastos e aumentando mais ainda a arrecadação”, disse Mattos.

Qual a cotação do dólar hoje?

O dólar à vista subiu 0,86%, a R$ 5,406 na compra e R$ 5,407 na venda. Já o contrato futuro de primeiro vencimento subia 0,75%, aos 5.420 pontos, por volta das 17h20.

Dólar comercial

Compra: R$ 5,406

Venda: R$ 5,407

Sete a cada dez brasileiros acreditam que falta de dinheiro afeta a saúde emocional, diz pesquisa

Sete em cada dez brasileiros acreditam que falta de dinheiro afeta a saúde emocional. É o que revelou um levantamento da fintech Onze em colaboração com a seguradora Icatu. A pesquisa ouviu 8.573 trabalhadores, e descobriu que 59% deles não possuem uma reserva financeira de contingência, enquanto 41% enfrentam dificuldades para cobrir todos os custos mensais com sua renda. Além disso, 54% destacaram que suas maiores preocupações estão relacionadas ao dinheiro, tema que fica a frente de questões como família (17%), saúde (13%) e trabalho (8%).

O estudo que mapeou o estresse financeiro no Brasil aponta que entre os principais problemas causados pela falta de dinheiro estão a ansiedade (53%) e a insônia (41%), mas também há diversos relatos de depressão, problemas em relacionamentos amorosos e familiares e, até mesmo, impactos na saúde física. 68% das pessoas também afirmam que as preocupações financeiras afetam diretamente seu dia a dia no trabalho.

A principal preocupação daqueles que participaram da pesquisa é a falta de recursos para lidar com situações de urgência, como problemas de saúde, acidentes e apoio a familiares e amigos. Entre os que admitiram ter uma visão negativa em relação ao dinheiro, 64% mencionaram que as despesas já estão prejudicando sua qualidade de vida.

A saúde psicológica e financeira estão profundamente entrelaçadas, e a incapacidade de cumprir com os compromissos financeiros, como pagamento de contas ou quitação de dívidas, e manter o padrão de vida da família, pode resultar em um estado crônico de ansiedade e estresse. Mas como lidar com essa situação? Segundo Kennedy Diogenes, CEO da Orenda Pay Soluções Financeiras, o planejamento pode oferecer uma solução.

”Medidas simples podem ajudar a equilibrar o caixa, como por exemplo, criar um orçamento detalhado, e anotar todas as receitas e gastos, e aí você precisa ser muito honesto e precisa ter um controle exato do que está fazendo – não só com o que está ganhando, mas também com o que se gasta. Estabelecer metas financeiras claras e alcansáveis, inclusive no que se refere aos investimentos – o que é importantíssimo para que a gente possa ter clareza para onde está indo. Por fim, criar o hábito de gastar menos do que ganha. Lembrar sempre que ricos gastam menos do que ganham, e é justamente por isso que eles são ricos. Fazer com que haja adesão a compreensão de todos da casa sobre a situação financeira é o passo mais importante para o sucesso desse projeto, que poderá conter o endividamento da família”.

Inadimplência no Brasil

Em março de 2024, o número de brasileiros inadimplentes aumentou em comparação com o mesmo período de 2023, alcançando a marca de 67,18 milhões. Um levantamento realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em parceria com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que cerca de quatro em cada dez adultos do país (40,89%) estavam com pendências financeiras nesse período. Isso representa um aumento de 2,67% em relação ao ano anterior.

A análise dos dados abrange informações de todas as capitais, do interior dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal. De acordo com a CNDL e o SPC Brasil, a variação anual registrada em março deste ano foi menor do que a observada no mês anterior. De fevereiro para março de 2024, houve um acréscimo de 0,89% no número de devedores.

SBT NEWS

Arrecadação federal bate recorde em março

A arrecadação total de receitas federais fechou março em R$ 190,61 bilhões, informou nesta terça-feira (23) o Ministério da Fazenda. Este é o melhor desempenho para o mês desde 2000, registrando acréscimo real de 7,22% em relação a março de 2023. No período acumulado de janeiro a março, a arrecadação alcançou R$ 657,76 bilhões, representando um acréscimo medido pela inflação de 8,36%.

Em relação às Receitas Administradas pela Receita Federal, o valor arrecadado, em março, foi R$ 182,87 bilhões, representando um acréscimo real de 6,06%. No período acumulado de janeiro a março, a arrecadação alcançou R$ 624,77 bilhões, registrando acréscimo real de 8,11%.

Segundo o Ministério da Fazenda, o crescimento observado no período pode ser explicado, entre outros fatores, pelo retorno da tributação do PIS/Cofins sobre combustíveis e pela tributação dos fundos exclusivos, prevista na Lei 14.754, de 12 de dezembro de 2023.

O ministério informou que em relação ao PIS/Pasep e a Cofins houve, em março, uma arrecadação conjunta de R$ 40,92 bilhões, representando crescimento real de 20,63%.

Segundo a pasta, esse desempenho é explicado pelo acréscimo na arrecadação no setor de combustíveis com a retomada da tributação incidente sobre o diesel e gasolina e pela combinação dos aumentos reais de 9,7% no volume de vendas e de 2,5% no volume de serviços entre fevereiro de 2024 e fevereiro de 2023, segundo dados da Pesquisa Mensal de Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No trimestre de janeiro a março, o PIS/Pasep e a Cofins totalizaram uma arrecadação de R$ 124,53 bilhões, representando crescimento real de 18,54%. No mesmo período, a Receita Previdenciária totalizou uma arrecadação de R$ 157,93 bilhões, com crescimento real de 6,92%. Este resultado se deve ao crescimento real de 5,60% da massa salarial. Além disso, houve crescimento de 13% no montante das compensações tributárias com débitos de receita previdenciária, no período de janeiro a março em relação ao mesmo período de 2023.

Em março, a Receita Previdenciária totalizou uma arrecadação de pouco mais de R$ 53 bilhões, com crescimento real de 8,40%. Este resultado se deve ao crescimento real de 7,9% da massa salarial. Além disso, houve crescimento de 11% no montante das compensações tributárias com débitos de receita previdenciária em relação a março de 2023.

O Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (IRRF) sobre rendimentos de capital apresentou, no primeiro trimestre, uma arrecadação de R$ 35,87 bilhões, resultando em um crescimento real de 40,44%. O desempenho pode ser explicado pela arrecadação de R$ 11,3 bilhões decorrentes da tributação dos fundos de investimento.

Em março, o IRRF-Rendimentos de Capital apresentou uma arrecadação de R$ 10,5 bilhões, resultando em um crescimento real de 48,87%. Segundo o Ministério, o resultado pode ser explicado, principalmente, pela arrecadação de R$ 3,4 bilhões decorrentes da tributação dos fundos de investimento.

Já o IRRF – Rendimentos do Trabalho apresentou uma arrecadação de 18 bilhões, representando crescimento real de 3,77%.

“Esse desempenho decorre dos acréscimos reais na arrecadação dos itens Participação nos Lucros ou Resultados – PLR (22,90%), Rendimentos do Trabalho Assalariado (2,05%) e Rendimentos Acumulados – Art. 12-A Lei no 7.713/1988’ (146,25%), conjugados com o decréscimo real na arrecadação de aposentadoria do Regime Geral ou do Servidor Público (-11,52%), disse o ministério.

Agência Brasil

Ex-secretário do Tesouro calcula rombo de R$ 100 bilhões na meta de 2025

O ex-secretário do Tesouro Nacional Jeferson Bittencourt calcula que faltam cerca de R$ 100 bilhões de receitas adicionais para o governo atingir o centro da nova meta fiscal de 2025. O ex-secretário também vê inconsistência nos parâmetros econômicos usados pelo Ministério da Fazenda para definir as novas metas. Entre eles, o PIB e taxa Selic.

O esforço fiscal para o resultado das contas públicas foi revisto de 0,5% para 0% do PIB (Produto Interno Bruto) no PLDO (Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias). Bittencourt aponta inconsistências no discurso da equipe econômica para justificar o afrouxamento das metas fiscais e alerta que as contas ainda não fecham para o cumprimento dos novos alvos da política fiscal do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Pelos cálculos do ex-secretário, a necessidade de receitas extras cai para perto R$ 29 bilhões, na hipótese de o governo utilizar todos os mecanismos previstos no novo arcabouço, além do pagamento de precatórios fora do teto de despesas autorizado pelo STF (Supremo Tribunal Federal). Esses mecanismos autorizam ao governo entregar, no ano que vem, um déficit de R$ 71 bilhões (o equivalente a 0,57% do PIB) sem descumprir a nova meta de 0%.

Além da margem de tolerância para fazer um déficit de 0,25 ponto porcentual abaixo do centro da meta, o governo pode pagar R$ 40 bilhões de precatórios atrasados fora das regras fiscais como acordo no STF. Como revelou a Folha, o Ministério da Fazenda calcula que vai precisar de cerca de R$ 50 bilhões em receitas extras para cumprir a nova meta fiscal zero para as contas públicas de 2025.

Nordeste cria mais de 620 mil empresas em 2023; no Brasil, 74,4% foram MEI

Dados do Indicador de Nascimento de Empresas da Serasa Experian indicaram que, em 2023, foram criadas 3,9 milhões de empresas no país. Dessas, 620.442 apenas no Nordeste. A variação anual indicou que o maior crescimento foi no Maranhão (5,2%) e, a maior queda, na Bahia (-9,6%). O Rio Grande do Norte ficou na sexta posição entre os estados do Nordeste que mais criaram empresas, totalizando 41.380.

Veja, a seguir, os dados da região:

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Na visão nacional, o fechamento anual do Indicador de Nascimento de Empresas da Serasa Experian revelou que, em 2023, foram criados 3,9 milhões de novos empreendimentos no Brasil, um crescimento de 1,0% em relação a 2022. “Serviços de Alimentação” foi o segmento responsável pela maior abertura no ano (6,8%).

Veja, no gráfico a seguir, o ranking dos top 20 setores que mais criaram negócios no período:

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Para o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, “o aumento da demanda por comida pronta, o uso cada vez maior de aplicativos de entrega, baixos custos iniciais para abertura e uma vasta gama de possibilidades criativas podem explicar o porquê de o segmento liderar o surgimento de novos negócios. Além disso, o Brasil oferece um ambiente propício para inovação e é terreno fértil para o empreendedorismo”.

Na visão macro dos setores, foi “Serviços” que liderou a criação de empresas em 2023 (20,8%), seguido por “Comércio” (20,8%), Indústria (6,3%) e “Demais”, que inclui segmentos Primário, Financeiro e Terceiro Setor, (1,3%).

Na hora de formalizar um negócio em 2023, a categoria de Microempreendedores Individuais (MEIs) foi a principal escolha dos empreendedores, com “Sociedades Limitadas” logo depois (20,4%).

Veja, na tabela abaixo, o detalhamento por Natureza Jurídica:

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Sudeste foi polo do empreendedorismo em 2023

Três dos quatro estados do Sudeste lideraram o ranking de abertura de empresas em 2023: São Paulo (1.160.549), Minas Gerais (414.851) e Rio de Janeiro. Confira os dados de todas as Unidades Federativas (UFs):

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Metodologia

Para o levantamento do Nascimento de Empresas foi considerada a quantidade mensal de novas empresas registradas nas juntas comerciais de todas as Unidades Federativas do Brasil, bem como a apuração mensal dos CNPJs consultados pela primeira vez à base de dados da Serasa Experian.

Governo prevê salário mínimo de R$ 1.502 em 2025, diz jornal

O governo federal prevê um salário mínimo de R$ 1.502 no ano que vem. A informação foi divulgada pelo jornal Folha de S. Paulo.

Segundo a reportagem, o valor segue a fórmula de correção da política de valorização, que inclui reajuste pela inflação de 12 meses até novembro do ano anterior mais a variação do PIB (Produto Interno Bruto) de dois anos antes (neste caso, a alta de 2,9% observada em 2023).

O dado baliza as contas do PLDO (projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2025, que será enviado ao Congresso Nacional nesta segunda-feira (15).

Se confirmado, o valor representará uma alta de 6,37% em relação ao piso atual.

Desde 1º de janeiro de 2024, o salário mínimo é R$ 1.412. A cifra foi atualizada por meio de um decreto de Lula, que aplicou a regra prevista na nova lei de valorização do salário mínimo, aprovada no ano passado.

A previsão para 2025 ainda pode mudar ao longo do ano, conforme variações na estimativa para a inflação e eventuais revisões do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) no desempenho do PIB de 2023. Uma nova estimativa será encaminhada com a proposta orçamentária, em 31 de agosto.

O índice de preços usado para corrigir o salário mínimo é o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), que mede a inflação percebida por famílias com renda de até cinco salários mínimos. Na previsão do governo, ele deve avançar 3,25% no acumulado deste ano.

Embora seja favorável aos trabalhadores, a política de valorização do mínimo pode pressionar o arcabouço fiscal desenhado pelo ministro Fernando Haddad (Fazenda) nos próximos anos.

Brasil tem a 7ª maior inflação do G20 em 12 meses

O Brasil tem a 7ª maior inflação acumulada em 12 meses do G20. O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) para o período fechou em 3,9%.

A Argentina lidera o ranking entre as nações. Tem inflação acumulada na casa dos 3 dígitos, de 287,9%. A Turquia fica em 2º lugar com 68,5%.

Os outros nomes da lista têm inflação a níveis menores, na casa do 1 dígito. O levantamento para o G20 foi realizado pela agência de risco Austin Rating a pedido do Poder360. O grupo reúne as 19 maiores economias do mundo mais a União Africana e a União Europeia.

Alta
Em relação ao fim de 2023, o Brasil manteve a posição de 7º país com a inflação mais alta. Ao fim do ano, a taxa anualizada estava em 4,6% –uma diferença de 0,7 ponto percentual ante a classificação atual.

Os índices de preço são usados para medir a variação dos preços. Ou seja, quanto vale o dinheiro de forma real. Em resumo, um produto que custava R$ 100 passa a custar R$ 110 se a inflação ampla variou em 10% para cima.

INFLAÇÃO NO BRASIL

A inflação do Brasil terminou março em 0,16%. O indicador é medido pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo).

Houve desaceleração em relação a fevereiro, quando a alta dos preços foi de 0,83%. Em março de 2023, o indicador teve variação de 0,71%.

Os dados foram divulgados na 4ª feira (10.abr.2024) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Poder 360

Poupança: depósitos superam retiradas em R$ 1,3 bi em março, após 2 meses de saques

A caderneta de poupança registrou depósitos líquidos de 1,339 bilhão de reais em março depois de dois meses de saques, segundo dados divulgados pelo Banco Central nesta sexta-feira.

Em janeiro, a poupança havia registrado retirada de 20,149 bilhões de reais, seguida de saques de 3,824 bilhões de reais em fevereiro.

Em março, houve entrada de 341,1 milhões de reais no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), enquanto a poupança rural registrou depósitos de 997,9 milhões de reais.

O Banco Central embarcou em um ciclo de afrouxamento monetário que tirou a taxa básica de juros Selic do pico de 13,75% para os atuais 10,75%, mas sinalizou novo corte de meio ponto percentual apenas em junho — e não necessariamente no encontro seguinte, de julho. Isso ocorreu em função do aumento da incerteza.

CNN