Serralheiros reclamam de alta nos custos de materiais em Afogados da Ingazeira

Serralheiros de Afogados da Ingazeira reclamam dos preços abusivos de materiais oferecidos no comércio local. De acordo com João Paulo, conhecido popularmente por Galego da Serralharia, uma cantoneira que custava R$ 18 subiu para 35, uma fechadura que custava R$ 30 subiu para 50, elevando o preço da porta que custava R$ 280 para R$ 650 reais.

Ainda segundo Galego da Serralharia, um basculante de um metro quadrado que custava R$ 150 subiu para R$ 300 reais. Para o serralheiro, a alta nas vendas, o oportunismo dos donos de lojas e o pagamento do auxílio emergencial, feito pelo governo federal têm sido os principais responsáveis pelas dificuldades que o setor vem enfrentando na cidade polo do Pajeú.

Galego relata ao Repórter do Pajeú, Itamar França que os profissionais do setor em Afogados da Ingazeira têm feito esforço tremendo para manter os preços acordados com os clientes, mas quando chegam as lojas para comprar o material, se deparam com alteração nos preços.

Indignado com os fornecedores locais, Galego conta que um grupo de serralheiros está se mobilizando para comprar os insumos a fornecedores fora do município.

Bancos travam guerra silenciosa por clientes na área de crédito imobiliário

As instituições financeiras travam uma guerra silenciosa pelo cliente na área de crédito imobiliário no Brasil. Entre os cinco maiores bancos do País – Caixa, Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Santander -, nenhum deles aceitou abrir ao Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) seus números mais recentes sobre portabilidade de crédito.

Esses dados são considerados “estratégicos” pelas instituições, neste momento em que o mercado de crédito habitacional está se abrindo. Em 2015, o total de crédito imobiliário que migrou para outra instituição somou apenas R$ 68,93 milhões, considerando todos os bancos do País.

No ano passado, até o mês de novembro, essa conta já era de R$ 1,46 bilhão. Os números ilustram somente o início da guerra pelo cliente, em um mercado que possui hoje estoque total de R$ 630 bilhões, considerando o financiamento para pessoas físicas.

INSS fecha 2020 com quase 1,7 milhão de benefícios represados

Em dezembro de 2020, havia cerca de 1,7 milhão de requerimentos de benefícios previdenciários na fila para concessão. Desse total, 1,2 milhão esperavam pela primeira avaliação do Instituto Nacional do Seguro Social e 477 mil já haviam passado pela análise do instituto e necessitavam que o segurado apresentasse documentação para serem concluídos.

O INSS informou que está ampliando o número de servidores na análise e concessão de requerimentos, o que diminuirá tanto o tempo de concessão quanto o estoque de pedidos.
O tempo médio de concessão de benefícios no país era de 66 dias em dezembro.

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Preço do material de construção sobe em Afogados da Ingazeira

Com o aumento dos preços devido à pandemia do Covid-19, o setor da construção civil em Afogados da Ingazeira vem sofrendo os impactos nos custos das obras. Além do aumento nos preços, o setor ainda enfrenta o desabastecimento e a oneração dos custos da construção.

Os materiais como tijolos, ferro, areia, brita e cimento, ficaram mais caros, alguns deles dobraram. Produtos como cerâmica e PVC estão em falta no mercado. A procura é reflexo da liberação do FGTS e do auxílio emergencial, que gerou um crescimento nas vendas.

Um exemplo de material que teve aumento no preço foi o milheiro do tijolo, que passou de R$ 350 para R$ 700. O saco de cimento também está mais caro. Há dois meses, era vendido por R$ 23 e agora está custando R$ 35 reais. O ferro também teve um aumento vertiginoso nos preços, deixando clientes e profissionais que trabalham com o insumo, assustados.

Sem PROCON e sem qualquer órgão fiscalizador, a população pajeuzeira sofre os amargos da inflação, inflacionada pelos programas sociais utilizados como paliativos durante a pandemia.

DPVAT passa a ser administrado pela Caixa Econômica Federal, a partir deste ano

A Caixa Econômica Federal passou a ser a nova administradora do DPVAT , o seguro brasileiro obrigatório para indenização de vítimas de acidente de trânsito. O anúncio foi feito neste sábado (16) pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).
 
De acordo com a Susep, a Caixa passará a receber os avisos de sinistros que tenham ocorrido a partir do dia 1º de janeiro de 2021. Acidentes que ocorreram até 31 de dezembro do ano passado, independentemente da data de aviso, permanecem sob responsabilidade da Seguradora Líder. O acordo entre a Susep e a Caixa foi firmado nesta sexta-feira (15), conforme determinação do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP).

IPVA: um imposto defunto que deveria ser extinto

O artigo 155, inciso III, da Constituição Federal estabelece o poder dos Estados e do Distrito Federal para a instituição do imposto sobre a propriedade de veículos automotores, conhecido por IPVA, aquele boleto gerado pelos governos estaduais que compromete o bem-estar e a saúde financeira das famílias no início de todos os anos. Poucos conhecem a origem deste tributo, concebido originalmente como “taxa”.

A falecida Taxa Rodoviária Única (TRU) criada pelo Decreto-lei nº 999, de 21 de outubro de 1969, taxava a propriedade de veículos automotores de acordo com as características do veículo (peso, potência, capacidade máxima de tração, ano de fabricação, cilindrada, número de eixos, tipo de combustível e dimensões do veículo) de acordo com um valor especificado pelo Ministro dos Transportes e não podendo exceder os limites estipulados no decreto-lei.

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Aposentadorias terão reajuste de 5,45% e teto do INSS chega a R$ 6.433

Aposentados e pensionistas doInstituto Nacional do Seguro Social (INSS) que ganham acima do salário mínimo devem ter reajuste de 5,45% em seus benefícios em 2020. O porcentual aplicado é a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), divulgado nesta terça-feira, 12, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Sendo assim, o teto da Previdência Social deve subir de 6.101,06 reais para 6.433,57 reais em 2021.

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Equipamento criado na PB gerencia e reduz custo da iluminação pública

Um grupo formado por um engenheiro eletricista, um administrador de empresas, um tecnólogo em tecnologia da informação e três programadores desenvolveu, em Campina Grande, um equipamento capaz de gerenciar e reduzir os custos da iluminação pública. O “Foco na Luz” permite o controle do fluxo luminoso, mede os consumos de energia, liga e desliga lâmpadas e auxilia na manutenção e operação do sistema em tempo real.

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