Serralheiros de Afogados da Ingazeira reclamam dos preços abusivos de materiais oferecidos no comércio local. De acordo com João Paulo, conhecido popularmente por Galego da Serralharia, uma cantoneira que custava R$ 18 subiu para 35, uma fechadura que custava R$ 30 subiu para 50, elevando o preço da porta que custava R$ 280 para R$ 650 reais.
Ainda segundo Galego da Serralharia, um basculante de um metro quadrado que custava R$ 150 subiu para R$ 300 reais. Para o serralheiro, a alta nas vendas, o oportunismo dos donos de lojas e o pagamento do auxílio emergencial, feito pelo governo federal têm sido os principais responsáveis pelas dificuldades que o setor vem enfrentando na cidade polo do Pajeú.
Galego relata ao Repórter do Pajeú, Itamar França que os profissionais do setor em Afogados da Ingazeira têm feito esforço tremendo para manter os preços acordados com os clientes, mas quando chegam as lojas para comprar o material, se deparam com alteração nos preços.
Indignado com os fornecedores locais, Galego conta que um grupo de serralheiros está se mobilizando para comprar os insumos a fornecedores fora do município.

O artigo 155, inciso III, da Constituição Federal estabelece o poder dos Estados e do Distrito Federal para a instituição do imposto sobre a propriedade de veículos automotores, conhecido por IPVA, aquele boleto gerado pelos governos estaduais que compromete o bem-estar e a saúde financeira das famílias no início de todos os anos. Poucos conhecem a origem deste tributo, concebido originalmente como “taxa”.
Quase 2 milhões de brasileiros aguardam a aprovação para começar a receber algum tipo de benefício do INSS, como aposentaria, pensão por morte ou auxílio-acidente. Segundo o INSS, cerca de 1,3 milhão de pessoas esperam há mais de 45 dias – prazo máximo estabelecido pela legislação.