No ano de 1901, o neuropsiquiatra alemão Alois Alzheimer se deparou pela primeira vez com um caso que batizou de “doença do esquecimento”, condição que posteriormente viria a receber o seu nome. Trata-se de um transtorno neurodegenerativo progressivo de causa desconhecida que afeta, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 50 milhões de pessoas no mundo.
Segundo o Relatório Nacional sobre a Demência, divulgado pelo Ministério da Saúde, o país abriga 2,71 milhões de pacientes. Até 2050, conforme o documento, a projeção é de que 5,6 milhões de brasileiros convivam com esse diagnóstico.
Os sinais incluem deterioração da cognição e da memória, alterações comportamentais, dificuldade em exercer atividades do cotidiano e outros indícios neuropsiquiátricos. As manifestações da doença, de acordo com o Ministério da Saúde, são distribuídas em quatro fases. A primeira costuma ser o momento em que o paciente apresenta alterações na memória. Já na última, o transtorno pode ocasionar a restrição ao leito, por exemplo.