Vacina brasileira contra câncer de próstata começa a ser testada nos EUA

No último domingo do Novembro Azul, mês mundial de combate ao câncer de próstata, o Fantástico divulga avanços importantes na luta contra a doença. Uma vacina brasileira começa a ser testada nos EUA. Enquanto o Instituto do Câncer, no Rio de Janeiro, investiga a genética do homem brasileiro com o objetivo de personalizar os tratamentos.

Uma vacina brasileira contra o câncer de próstata, criada pela médico gaúcho Fernando Kreutz, começou esta semana a ser testada nos Estados Unidos. No Instituto Nacional do Câncer no Rio, a equipe do doutor Franz Campos acaba de iniciar uma pesquisa para entender por que a doença no Brasil parece ter um comportamento diferente do resto do mundo.

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60% dos jovens não sabem prevenir câncer de próstata, diz pesquisa

Seis em cada 10 jovens brasileiros entre 16 e 24 anos disseram não saber como prevenir o aparecimento do câncer de próstata. O estudo foi divulgado pelo instituto Nexus, e feito em parceria a A.C.Camargo Cancer Center. O percentual é maior do que a média nacional, de 44%. Na mesma faixa etária, apenas 18% dos jovens afirmaram saber quais são as medidas de prevenção para a doença.

O índice dobra (36%) quando levamos em consideração todos os entrevistados. Enquanto isso, os que sabem “mais ou menos” como se prevenir são 20%. Neste mês acontece o “Novembro Azul”, período do ano em que os profissionais de saúde chamam atenção dos homens para os riscos e a necessidade fazer exames de prevenção contra o câncer de próstata.

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Bactéria letal que já provocou amputação de pênis e testículos de paciente deixa população em alerta no RN

A população de Caicó (RN) está em alerta após relatos de casos envolvendo uma perigosa bactéria registrados no Hospital Regional do Seridó. Altamente letal, a bactéria invade o organismo pelo reto, afetando o intestino e também partes íntimas, além de causar infecções graves em diversas áreas do corpo.

Segundo informações obtidas, a infecção se desenvolve rapidamente, forçando procedimentos médicos drásticos, como a remoção de partes do intestino e, em casos extremos, até a amputação de órgãos genitais, como testículos e pênis, para conter o avanço e evitar o óbito do paciente. A bactéria é adquirida pela própria pessoa pelo reto. Ao defecar a pessoa corre o risco de ser atingido pela bactéria por uma simples ferimento no corpo, como hemorroidas, por exemplo.

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Experimento mostra a quantidade impressionante de bactérias em secadores de mãos elétricos

Mesmo com um uso mais prático do que os tradicionais papéis-toalha, secar as mãos em secadores elétricos de banheiros públicos pode não ser tão bom quanto o imaginado, mas um experimento realizado pela cientista Ruth MacLaren chamou atenção ao mostrar as bactérias e fungos visualmente, chocando internautas com a quantidade de microrganismo presentes e rendendo mais de 18 milhões de visualizações entre o Tiktok e Instagram de sua empresa Devon Science.

Conhecida por divulgar a ciência para o púbico infantil britânico em festas e eventos, a cientista publicou um vídeo em que verificou as impurezas de um desses equipamentos posto num banheiro público de sua região.

A cientista colocou uma placa de Petri embaixo de um secador e coletou as bactérias que foram expelidas pelo ar. Para tornar uma comparação mais mensurável, ela também coletou bactérias da atmosfera em seu laboratório e deixou as duas amostras durante a noite.

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47 homens morrem por câncer de próstata por dia no Brasil

O Ministério da Saúde notificou 17.093 mortes por câncer de próstata no Brasil em 2023, o que corresponde a 47 óbitos por dia, segundo levantamento da SBU (Sociedade Brasileira de Urologia). A doença, no entanto, tem altas chances de cura se descoberta e tratada de forma precoce.

O tumor é o segundo mais incidente entre os homens, atrás apenas do câncer de pele. Estimativas do Inca (Instituto Nacional de Câncer) apontam para 71.730 novos casos da doença por ano no triênio 2023-2025, com uma média de 196 por dia.

Para detectá-la em estágio inicial, a SBU recomenda que homens a partir de 50 anos realizem consultas periódicas com um urologista. Para pessoas que fazem parte do grupo de risco, como pacientes com histórico na família, é recomendado acompanhamento a partir dos 45 anos.

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Lixões podem gerar a próxima pandemia, alertam epidemiologistas; entenda

A expansão dos lixões em países de baixa pode desencadear a próxima pandemia, de acordo com um estudo publicado recentemente na revista científica One Health. Os pesquisadores alertaram que esses locais concentram pessoas, resíduos e animais nas mesmas áreas e podem ser reservatórios perigosos para doenças como a Covid-19.

Segundo Bruce Gummow, professor da universidade James Cook e especialista em Medicina Veterinária Preventiva (Epidemiologia) e autor do novo estudo, tem sido observada em todo o mundo uma tendência crescente de epidemias de doenças zoonóticas, que passam dos animais para os humanos, e de doenças infecciosas emergentes.

“A maioria dos surtos de doenças infecciosas emergentes tem origem na vida selvagem, e estes surtos envolvem frequentemente a interação agente patogênico-hospedeiro-ambiente. Os depósitos de lixo atuam como uma interface entre humanos, animais e o ambiente, a partir do qual podem surgir doenças infecciosas emergentes”, diz Gummow, em comunicado.

No presente trabalho, a equipe analisou cerca de 350 artigos científicos examinando aspectos da situação.

“Em comparação com os ambientes naturais, os lixões fornecem alimento para os animais durante todo o ano. Uma alta densidade populacional de múltiplas espécies num lixão aumenta a taxa de contato dentro e entre espécies, permitindo a rápida transferência de agentes patogénicos e uma maior probabilidade de novas cepas de patógenos emergentes”, pontua o professor.

Os animais que visitam os lixões apresentam uma alta prevalência de doenças infecciosas e muitas pessoas que trabalhavam como catadores de lixo o fazem em condições anti-higiênicas e insalubres e também geralmente com problemas de saúde.

“A maioria dos catadores de materiais recicláveis nos países em desenvolvimento eram trabalhadores informais que não tinham acesso a cuidados de saúde adequados e, como resultado, poderiam potencialmente transmitir doenças sem terem consciência disso ou sem serem capazes de fazer algo a respeito, caso estivessem. também têm maior probabilidade de serem expostos a diferentes patógenos zoonóticos”, avalia Gummow.

Além disso, os depósitos de lixo podem facilitar a troca de material genético entre bactérias, levando ao surgimento de novas cepas resistentes aos medicamentos.

“Até 2050, estima-se que as cidades gerarão mais de seis milhões de toneladas de resíduos sólidos por dia. O percentual de matéria orgânica na composição dos resíduos é elevado em países de baixa renda, com descarte descontrolado, como lixões a céu aberto com queima a céu aberto, uma prática comum”, diz Gummow.

Diante disso, é necessário um exame abrangente da ecologia das doenças nos lixões, juntamente com uma gestão sustentável de resíduos que reduza a geração de resíduos e melhore a coleta e eliminação de resíduos.

“Precisamos reduzir urgentemente a interação entre humanos, animais, vetores e agentes patogênicos em lixões se o nosso objetivo for reduzir o aparecimento de novas doenças que podem rapidamente transformar-se em pandemias globais”, conclui o autor.(Agência O Globo/Foto:Ascom CBMERJ)

Casos de AVC aumentaram cerca de 15% em pessoas jovens; veja riscos

Um estudo publicado neste mês na revista científica The Lancet Neurology mostrou que os casos de acidente vascular cerebral (AVC) cresceram 14,8% em pessoas com menos de 70 anos no mundo. No Brasil, cerca de 18% da incidência afeta a faixa etária de 18 a 45 anos, de acordo com dados da Rede Brasil AVC.

Para alertar sobre os riscos e prevenção do AVC, é reconhecido nesta terça-feira (29) o Dia Mundial do AVC. A condição decorre da alteração do fluxo de sangue ao cérebro, causando a morte de células nervosas na região atingida. Entre as causas para o acidente vascular estão a obstrução dos vasos sanguíneos (AVC isquêmico) ou a ruptura do vaso (AVC hemorrágico).

Globalmente, o número de casos de AVC aumentou 70% entre 1990 e 2021, segundo a pesquisa, com um aumento de 44% nas mortes por AVC e 32% no agravamento de condições relacionadas à doença. No total, foram 11,9 milhões de novos casos no mundo. No Brasil, cerca de 39.345 brasileiros perderam a vida devido ao AVC entre janeiro e agosto de 2024, uma média de seis óbitos por hora, de acordo com o Portal de Transparência do Registro Civil (ARPEN Brasil).

De acordo com Angelica Dal Pizzol, membro da Rede Brasil AVC e médica neurologista, estudos recentes já têm mostrado que o número de casos de AVC em pacientes jovens tem aumentado.

“Esse crescimento é atribuído a diversos fatores, incluindo o sedentarismo e hábitos de vida pouco saudáveis, como uma alimentação inadequada, que podem levar à obesidade, diabetes e hipertensão, mesmo entre pessoas mais jovens. Além disso, mudanças climáticas, altas temperaturas e a poluição ambiental também são fatores que contribuem para o aumento nos casos de AVC”, afirmou.

Fatores genéticos e hereditários podem aumentar o risco de AVC em pessoas jovens, incluindo doenças genéticas e hematológicas. “Jovens com esses fatores de risco precisam de um acompanhamento mais atento, além de um cuidado redobrado com outros fatores de risco. Manter uma alimentação saudável e praticar atividade física regularmente são essenciais para evitar a acumulação de riscos que possam elevar as chances de um AVC”, orienta a neurologista.

Principais sinais de acidente vascular cerebral

A dificuldade de movimentação e de fala são alguns dos sintomas comuns dos AVCs isquêmicos e hemorrágicos. De acordo com o Ministério da Saúde, os principais sinais de acidente vascular cerebral incluem:

Dor de cabeça intensa e de início súbito;
Fraqueza ou dormência na face;
Paralisia (dificuldade ou incapacidade de se movimentar);
Perda súbita da fala ou dificuldade para se comunicar;
Perda da visão ou dificuldade para enxergar com um ou ambos os olhos.
Também podem ocorrer sintomas como tontura, perda de equilíbrio ou de coordenação, além de alterações na memória, dificuldade para planejar atividades diárias, náuseas, vômitos, confusão mental e perda de consciência.

Por CNN Brasil

Casa de Saúde Apresenta Dr. Matheus Perazzo, especialista em Saúde Digestiva

A Casa de Saúde Evóide de Moura tem o prazer de apresentar o Dr. Matheus Perazzo, um destacado consultado geral especializado em Aparelho Digestivo. Com ampla experiência em transplantes de pâncreas, enxaguatórios e fígado, o Dr. Matheus também atua em oncologia digestiva, além de realizar procedimentos

Localizada na Rua Aparício Véras, no Centro de Afogados da Ingazeira, a Casa de Saúde oferece um ambiente acolhedor e uma equipe dedicada a proporcionar o melhor para a sua saúde. Aqui, valorizamos o atendimento humanizado, buscando sempre entender as necessidades de cada paciente. Nossos profissionais estão prontos para oferecer cuidados de excelência, com tecnologia avançada e um olhar atento ao bem-estar de todos.

Para agendar consultas ou obter mais informações, entre em contato pelo WhatsApp: (87) 9947-0105. Venha conhecer os serviços de saúde de excelência que a Casa de Saúde Evóide de Moura tem a oferecer. Estamos aqui para cuidar de você com carinho e dedicação!

Câncer dispara e já é a maior causa de mortes em várias regiões brasileiras

O câncer já é a primeira causa de morte em algumas regiões do Brasil, ocupando o lugar das doenças cardiovasculares. Um estudo inédito revela uma transição epidemiológica no país, tendência que já vem sendo observada em nações ricas. O trabalho, conduzido por pesquisadores da Unifesp e outras instituições, como Fundação Getúlio Vargas e Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais, acaba de ser publicado no The Lancet Regional Health – Americas.

Para chegar ao resultado, os autores analisaram dados de 5.570 municípios brasileiros fornecidos pelo Sistema de Informações de Mortalidade entre os anos de 2000 e 2019. Também foram avaliadas as mortes prematuras, aquelas que ocorrem na faixa dos 30 aos 69 anos, que não são atribuídas ao envelhecimento.

Nesse período, as taxas de mortalidade por doenças cardiovasculares caíram em 25 dos 27 estados, enquanto as de câncer cresceram em 15.

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Marcas de creatina são reprovadas; veja se a sua está na lista

A Associação Brasileira de Empresas de Produtos Nutricionais (Abenutri) publicou na última quinta-feira (10), um relatório reprovando 18 creatinas comercializadas no Brasil. Isso significa que houve uma diminuição de 28% nos produtos que não passaram nos testes em relação ao levantamento anterior.

Neste ano, no total, 88 amostras de produtos foram analisadas, e dentre elas, 77% foram aprovadas.

— A creatina é hoje um dos suplementos mais estudados que realmente tem indicações. É talvez o que tenha mais busca e utilização, por diversas faixas etárias. Os benefícios principais são o aumento da força, da explosão e da massa muscular. Mas, como é usado em larga escala, acaba abrindo espaço para muitas fabricantes que não têm um critério tão bom de produção entrarem no mercado — explica o médico nutrólogo e do esporte, Eduardo Rauen, fundador da Liti e diretor técnico do Instituto Rauen.

Quais marcas de creatina foram reprovadas?

A associação analisa a variação máxima da creatina, isto é, a diferença entre a concentração presente no conteúdo e a das informações exibidas no rótulo. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) permite uma alteração de até 20%. Contudo, segundo a análise, 10 marcas obtiveram 100% de variação, em outras palavras, os produtos não podem ser considerados creatina.

Confira lista com marcas de creatina reprovadas:

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