Ah, os tempos da política no Pajeú nos anos 80! Um verdadeiro circo de histórias memoráveis e personagens inesquecíveis. Lúcio André, jovem e inexperiente na política, decidiu se candidatar a vereador em Afogados da Ingazeira, seguindo o conselhos de seu pai, o saudoso advogado Dionísio Almeida.
Como Lúcio ainda era novato na arte da oratória política, seu pai resolveu convidar Bartolomeu do Peixe, um pescador conhecido na cidade, para ser seu orador oficial nos comícios. Bartolomeu, ou Bartó de Lia como era conhecido, ficava todo empolgado diante do microfone, exalando um orgulho da gota. Mas às vezes, sua empolgação resultava em advertências por parte dos coordenadores de campanha, já que ele tinha dificuldade em respeitar o tempo destinado a cada orador.
Em um comício na comunidade Queimada Grande, Bartó de Lia estava representando Lúcio e como sempre, acabou se empolgando demais ao microfone. Enquanto fazia seu discurso, um dos coordenadores cutucou suas costas para informar que ele estava ultrapassando o tempo permitido. No calor da fala e já na pressaa, Bartó para finalizar elogiou o candidato, só que o número da urna era 14666, cuja sigla era o PTB.
Bartó concluiu sua fala destacando as qualidades de Lúcio e pedindo votos para ele: Lúcio é um rapaz jovem, dedicado, estudioso e inteligente, então vamos votar nele minha gente. Eita, que estão me cutucando aqui, então gravem pessoal, o número de Lúcio que é 14.666, o número do capeta! A plateia caiu na gargalhada, e o episódio se tornou mais uma das divertidas histórias políticas do Pajeú. Escrito por Itamar França, com a colaboração de Evanildo Mariano.

DE VOLTA AO MDB – O vereador Luciano Pacheco, de Arcoverde, aproveitou a janela partidária para retornar ao MDB. Em 2022, ele havia trocado a legenda pelo Patriota para concorrer a uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco – Alepe. Agora, ao lado do prefeito Welington Maciel, celebrou seu retorno ao partido, onde disputará a reeleição ou até mesmo poderá ser apoiado pelo atual gestor para a prefeitura. O futuro político de Pacheco será definido no ato da convenção partidária…
APONTANDO FALHAS – Em Iguaracy, uma plataforma digital está expondo diversas situações relacionadas à gestão do prefeito Zeinha Torres (PSDB). O objetivo do perfil é simplesmente apresentar críticas e denúncias sobre a administração municipal, com base no portal da transparência. Como resposta, Zeinha precisa encontrar estratégias para lidar com essas críticas e dissipar possíveis impactos negativos em sua gestão. Das críticas e denúncias, nem a Mesa Diretora da Câmara Municipal escapou…
COMPARTILHOU – A prefeita de Itaíba, Regina da Saúde (Republicanos), compartilhou em suas redes sociais uma importante conquista no setor habitacional: a construção de 150 novas casas pelo Programa Minha Casa Minha Vida Rural. Serão contempladas diversas comunidades do município, incluindo Lagoa do Bento, Riacho Seco, Caboclo e Caraíbas.
ATUANTE – O deputado federal Waldemar Oliveira (Avante) continua se destacando com boa atuação legislativa. Além de apresentar projetos relevantes e participar ativamente de comissões, ele tem se alinhado às pautas do seu partido e realizado ações de fiscalização do Poder Executivo. Oliveira vem honrando a confiança dos 140 mil eleitores que o escolheram. Como presidente da Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados, o pernambucano encara o desafio com compromisso e sobriedade, buscando atender aos interesses do Brasil e de todos os servidores públicos.
DÍVIDA DO BRASIL CRESCEU – A DBGG (Dívida Bruta do Governo Geral) subiu R$ 1,077 trilhão nos primeiros 14 meses do 3º mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Atingiu R$ 8,3 trilhões em fevereiro de 2024, segundo dados do BC (Banco Central). O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) entregou a relação dívida-PIB em 71,7% em dezembro de 2022. De janeiro de 2023 a fevereiro de 2024, o percentual foi a 75,6% sob a gestão do petista. Significa um aumento de 3,9 pontos percentuais. As projeções mais recentes do mercado indicam que subirá para 77,5% em 2024 e 80,1% em 2025. O governo atual foi responsável pela maior expansão nominal do endividamento do país se considerados os primeiros 14 meses de cada governo. Superou o aumento da dívida no 2º mandato de Dilma Rousseff (PT), de R$ 765 bilhões.
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