No ato de lançamento de sua pré-candidatura a Assembleia Legislativa de Pernambuco – Alepe, realizado na noite deste sábado (28) no salão de eventos da Associação Atlética Banco do Brasil – AABB, a empresária e professora, Evângela Vieira (SD) focou seu discurso na mudança que Pernambuco e Afogados da Ingazeira necessitam.
Evângela lembrou que a vontade do povo seja assumida como majoritária e como soberana, afirmando que estamos vivendo tempos de pseuda-democracia, tempo em que as pessoas não tem liberdade de expressão, onde as pessoas não podem falar, porque são cerceadas do seu emprego, são tolhidas.
Ela alfinetou de forma indireta à Frente Popular de Pernambuco e de Afogados da Ingazeira que estão fartas de muitos anos de poderio, as quais estão no poder como se fossem donos dos cargos públicos e dos direitos do povo. “Chega, tá na hora de mudar isso tudo, tá na hora de a gente fazer a vontade do povo, que seja verdadeiramente soberana, onde a verdade do povo exprima de fato a necessidade daqueles que precisam das categorias de trabalhadores que necessitam ser reconhecidas, professores, policiais, enfermeiros médicos, todos, do mais humilde ao mais elevado”.
“Nós estamos vivendo um momento que a gente precisa dar um basta a tudo isso, é um momento de a gente construir, conclamar aqueles que querem mudança, como eu, você e tanta gente que está em casa e não sabe falar por si só, que não sabe dizer onde a dor está apertando, mas nós sabemos, eu sei porque vivo com essa dor desde cedo, porque conheço o povo sertanejo, eu conheço o que é pobreza, é hora de mudar e essa mudança não parte só de mim , de Maria, de Marília e com políticos que tem vontade de promover a mudança, a mudança parte do povo e em toda a história da humanidade, nada aconteceu sem ter a vontade do povo do lado daqueles que queriam fazer o melhor”.
A pré-candidata afirmou que fará política com grandeza, sem perseguição, sem mostrar defeitos nem falhas. “Não precisa disso, a gente precisa mostrar que a gente pode ser capaz, que a gente é suficiente, cada um faz o seu e nós queremos fazer nosso papel, iniciamos em Afogados um processo de mudança, e esse processo começa aqui, começa agora, é daqui pra frente, com força e com coragem, fazendo da mulher sertaneja uma bandeira de luta, fazendo o povo sertaneje necessitado, daquele que não tem o emprego, depende do voto, porque se a gente não votar no povo que eles mandam, a gente é botado pra fora, a gente não pode comungar com isso”, finalizou.
