
A pesquisa foi realizada com base em dados divulgados pelo Ministério da Saúde até julho de 2020. Um dos pesquisadores, Everton Emanuel Campos de Lima explica que o que se esperaria era um maior risco nas regiões Sul e no Sudeste, já que por lá a população é mais idosa. “Porém a gente notou que o Norte e o Nordeste, em alguns pontos, tinham áreas com altíssimo risco de mortalidade, mesmo sendo áreas com populações mais jovens”, afirmou.
Segundo os dados coletados pela pesquisa, mesmo antes da pandemia, as regiões Norte e Nordeste apresentavam riscos gerais de mortalidade maiores em comparação com o restante do país, bem como uma infraestrutura precária de saúde. A reportagem ainda ressalta que também existe um alto registro de histórico de mortalidade por doenças cardiovasculares, o que pode aumentar as possibilidades de agravamento da doença.