Na estratégia de que, com mais candidaturas, mais chances terá de vencer a eleição para o governo de Pernambuco, a oposição caminha na construção da chamada geografia do voto. Na capital e região metropolitana do Recife, Anderson Ferreira (PL), no agreste, Raquel Lyra (PSDB) e no Sertão, Miguel Coelho (União Brasil).
Grande parte do bolsonarismo estará com Anderson Ferreira, assim como boa parte da classe evangélica. O fato novo, depois da ruptura de Marília Arraes com o PT, foi o lançamento do nome do pastor Armando Filho, como pré-candidato a governador pelo PRTB. Armando também terá votos no meio evangélico.
No fundo, no fundo é todos contra um. A oposição quer mesmo é vencer a eleição e o objetivo maior é levar a eleição para o segundo turno. Em 14 municípios em que 50% do eleitorado vive, o PSB só controla dois, lembrando que Petrolina, Caruaru e Jaboatão ocupam o 2º, o 5º e o 7º desses 14 colégios e tem pré-candidatos.
Com um time bem montado, mais de 140 prefeitos, a máquina administrativa do estado e a prefeitura do Recife, o PSB terá que vencer o embate logo no primeiro turno, caso contrário, terá dificuldades pela frente, num eventual segundo turno…
