Que não vai a debate não é “fujão”. Pode ser estratégia

Não há nada de “fujão” em um candidato a prefeito que opte por não participar de debates. A matemática é simples: se o candidato já está em vantagem significativa, por que se expor a ataques de concorrentes que pouco influenciam a corrida eleitoral? Participar apenas para ser alvo dos adversários parece uma ‘armadilha’.

O horário eleitoral e outros meios de comunicação já são suficientes para expor suas propostas e responder a críticas. Por que arriscar? A ausência nos debates é, na verdade, uma estratégia inteligente. Deixar os adversários felizes rotulando-o de “fujão” é apenas um jogo de palavras, mas, na prática, é uma decisão estratégica. Nenhum candidato tem a obrigação de comparecer ao debate.

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