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Serra Talhada entra para o seleto grupo das 10 cidades com melhor qualidade de vida de Pernambuco

Serra Talhada apareceu entre as dez cidades pernambucanas com melhor qualidade de vida, de acordo com o Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026.

O município sertanejo alcançou 63,67 pontos e garantiu a 9ª colocação no ranking estadual, ficando à frente de diversas cidades maiores e consolidando sua posição como uma das principais referências do interior pernambucano.

Diferente de outros levantamentos que levam em conta apenas a economia, o IPS Brasil mede fatores que impactam diretamente a vida das pessoas. O estudo avalia desde acesso à saúde, educação e saneamento básico até segurança, inclusão social, acesso à internet e preservação ambiental.

Na prática, o resultado mostra como a população está vivendo e quais são as condições oferecidas pelo município para garantir bem-estar e oportunidades.

Nos últimos anos, Serra Talhada vem ampliando sua estrutura urbana, fortalecendo serviços públicos e atraindo investimentos que contribuíram para melhorar indicadores importantes. O município também se consolidou como polo regional de saúde, educação e comércio, atendendo moradores de diversas cidades do Sertão.

O ranking estadual é liderado por Fernando de Noronha, seguido por Belo Jardim, Santa Cruz do Capibaribe, Paulista e Petrolina. Serra Talhada aparece logo atrás de cidades tradicionais do estado, ocupando uma posição de destaque que reforça sua importância no cenário pernambucano.

Para muitos sertanejos, o resultado apenas confirma uma realidade já percebida no dia a dia: Serra Talhada segue crescendo, ampliando oportunidades e se consolidando como uma das cidades mais estruturadas do interior de Pernambuco.

Top 10 de Pernambuco no IPS Brasil 2026
Fernando de Noronha – 71,75
Belo Jardim – 65,57
Santa Cruz do Capibaribe – 64,61
Paulista – 64,25
Petrolina – 63,93
Caruaru – 63,87
Surubim – 63,86
Sairé – 63,84
Serra Talhada – 63,67
Itacuruba – 63,54

O levantamento analisou os 5.570 municípios brasileiros e utilizou 57 indicadores para medir a qualidade de vida da população, sem considerar o tamanho da economia local. O foco foi justamente avaliar como as pessoas vivem e quais oportunidades encontram em suas cidades.

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