PMs do BEPI fazem sucesso cantando forró

Em meio a labutas do dia-a-dia, por ocupar uma missão espinhosa, policiais do Batalhão Especializado de Policiamento do Interior – BEPI da Polícia Militar de Pernambuco – PMPE, encontram um ambiente mais leve.

Há alguns nos fazendo sucesso no Sertão do Estado, a banda formada por integrantes do BEPI vem fazendo sucesso e toca em eventos como formaturas, aniversários e casamentos.

No repertório, músicas de todos os gêneros e ritmos. Os rostos carrancudos ganham uma expressão diferente, com muita leveza de alma e animação. Fardados, eles dão um show, com direito a passinhos e ainda poesia.

Causos & Contos: A carreira de Marconi Edson

Gilberto Santos foi um radialista esportivo que passou pela Rádio Pajeú de Afogados da Ingazeira, nos idos dos anos 70. Pois bem, cumprindo o seu ofício na emissora pioneira do Sertão Pernambucano, certa feita Gilberto narrava um clássico do futebol amador local, no Estádio Paulo de Souza Cruz, no antigo Campo da Cadeia.

Na partida, o Guarani empatava em 0x0 com o Ferroviário. O espaço estava tomado de torcedores e Marconi Edson estava na Rádio Pajeú trabalhando na técnica de som. No finalzinho do segundo tempo, o narrador do jogo com um vozeirão de fazer inveja falou:

-São decorridos 40 minutos do segundo tempo. O placar está registrado zero para o Guarani, zero para o Ferroviário, um espetáculo de muitas emoções. Com a marca dos nossos patrocinadores, vem de lá Marconi Edson!

Sem se ligar que o jargão era a publicidade, Marconi deixou a emissora numa carreira que nem Rubinho Pé de Chinelo pegava. Enquanto isso, Gilberto não parava de narrar o jogo e já lhe faltava fôlego, porque a técnica de som não estava ajudando. Em suma, ficou um buraco para o narrador cobrir, isso porque, vez por outra, eles colocam os comerciais e informes esportivos.

Segunds depois, para a surpresa de Gilberto Santos, Marconi Edson riscou no campo, num cansaço da mucunã, acenando para o narrador: – fala Gilberto, diz logo que deixei a rádio sozinha, vim numa carreira da gota!

Aí Gilberto fumando numa telha, completou: Confira comigo tempo e placar do espetáculo! São passados 44 minutos de jogo, no placar zero para o Guarani, zero para o Ferroviário. Por aqui a presença de Marconi Edson, que deixou a sonoplastia e tá aqui me olhando, volta pra Rádio que teu lugar é lá danado.

Marconi ficou furioso com Gilberto e retornou a emissora chegando num piscar de olhos. Quando se fala no causo, ele fica tiririca com Aldo Vidal, Nill Júnior e Francys Maya.

Causos & Contos: A entrevista do goleiro Derva

Derva foi um grande goleiro do futebol amador afogadense. Passou pelo Ferroviário, Portuguesa, Pajeú FC,  dentre outras equipes da região. Certo dia o Pajeú, que era o time mais famoso de Afogados da Ingazeira foi jogar contra a equipe do Socremo de Monteiro- PB, num jogo festa.

Já em campo, o time afogadense empatava a partida em 1 x 1 e assim que acabou o primeiro tempo, um repórter esportivo procurou os jogadores do Pajeú para um rápido comentário do duelo esportivo. Na ocasião, Derva vinha passando próximo ao repórter, que aproveitando o ensejo abriu o microfone ao vivo: -Terminado o primeiro tempo da partida no placar de 1 a 1, eu estou aqui com o goleiro do Pajeú FC, time lá do Pernambuco; Derva o que você está achando do jogo?

O arqueiro afogadense respondeu: – É o jogo tá bom; os dois times estão jogando um futebol equilibrado, o Pajeú mostrou que não veio pra brincar e é isso aí, vamos para o segundo tempo esperando um resultado positivo.

Pra terminar, o danado do repórter inventou de pedir ao goleiro para deixar as suas considerações finais: – Nós queremos agradecer a sua gentileza Derva, e os microfones da Rádio está abertos para suas considerações finais.

Ao lembrar de Afogados, Derva aboticou os ói e mandou um recado pra casa: – eu quero agradecer o espaço e mandar um recado urgente pra minha mãe lá no Pajeú. Essa rádio bota lá? O radialista sorrindo falou: – claro que sim, pode mandar seu recado!

Aí o Derva falou rosado no microfone: – mãe, o meu almoço que está dentro do fogão, dê a Ciçó que eu vou almoçar por aqui! Eu só chego de madrugada. Inté mais!

O agradecimento com as considerações finais de Derva fizeram com que, Jogadores, torcedores e o radialista caíssem na gaitada!

São os Causos & Contos do Itamar França.

Causos & Contos: Rolinha Branca

Andar faceiro de rolinha branca, que sai catando pedrinhas no chão. Escreve Severino Nunes, que estes versos iniciam uma bela composição do saudoso Zé Marcolino, que enaltece essa ave do sertão nordestino que a passos ligeiros circulam pelos terreiros das casas à procura de alimentos e pedrinhas que alojadas no seu papo ajudam no processo digestivo.

Quando menino, reconheço que não pensava desta forma e através de uma maldade inocente não via a singela beleza dessa ave, pelo contrário, munido de uma baleeira ficava escondido por trás das árvores esperando o momento de atacar lançando uma pedra certeira.

Às vezes encontrávamos os ninhos, construídos com pedacinhos de madeira ou capim, camas macias e perfeitas presas aos galhos das árvores. Por pura crueldade retirávamos os filhotes e prendíamos em gaiolas, fabricávamos uma espécie de mingau com farinha e água que servia de alimento até a idade que passavam a se alimentar sozinhos. Presos continuavam por toda vida, cantavam uma canção triste e repetida, expressando talvez o desejo proibido de voar.

O tempo passou e as rolinhas brancas mesmo com a proibição do IBAMA estão em processo de extinção. O sertão está diferente e a infância não é mais inocente. Restam-nos as lembranças de uma época que não pode ser esquecida.

Causos & Contos: O mico da visita de Arraes à Solidão

Miguel Arraes de Alencar foi um dos maiores líderes políticos da história do Brasil e governador do estado de Pernambuco em três ocasiões.

Em 1986, Arraes foi eleito pela segunda vez para governar Pernambuco. Focou seu mandato na implantação de políticas públicas capazes de corrigir as desigualdades sociais e iniciou o mais ambicioso programa de eletrificação rural.

O político adorava visitar o Sertão do Estado e quando botava os pés no Pajeú, era uma tremenda festa. Pois bem, era uma noite da realização de um sonho de muitos solidonenses. A terra da santa aguardava a chegada do governador e sua comitiva para inaugurar uma eletrificação rural.

Naquele tempo, quando o político do porte de Arraes visitava o Sertão, era uma propagação da gota. Na entrada da cidade, uma multidão aguardava o governador e sua comitiva, enquanto lá na vizinha cidade de Tabira, uma reca de menino se preparava para um jogo no mesmo horário do evento de inauguração.

Comerciante bem sucedido à época, Antonio Tota do Nascimento possuía uma Belina Del Rei, veículo que somente os abastados adquiriam. Seu filho caçula, Irapuã Nascimento era o dono do time e organizou o duelo esportivo entre Solidão X Tabira. Já escurecendo, ele ajuntou a menineira e seguiu rumo a Solidão num pé da molesta, que nem bala pegava.

Naquele tempo a estrada não estava pavimentada, era na terra batida, por isso, o poierão cobria pru donde o carro passava. Antes de chegar ao itinerário, dois veículos coincidentemente o seguiram até a entrada da terra da santa. O que os meninos não sabiam é que naquele dia o Governador Miguel Arraes estava sendo aguardado por prefeitos da região e pela população solidonense para o dito evento. Tinha autoridade de toda espécie. Faixa por todo lado agradecendo a visita de Arraes e uma tonelada de fogos pra soltar na hora da chegada do mito pernambucano.

Meu amigo, na hora em que o clarão dos faróis, tomados pela poeira bateu de frente com a entrada da cidade de Solidão, um puxa-saco gritou: – corre, se apronta pra soltar os fogos porque o Ilustre Governador vem aí! Chama as artoridades pra receber o homi! Foi um corre-corre da boba serena.

Próximos da entrada da cidade, os jogadores avistaram a multidão, aí um deles disse a Irapuam: – rapaz nós tamo cum prestígio arretado óia o povo esperando a gente. Eu acho que isso é um jogo festa. Também hoje eu tiro a barriga da misera, deve ter inté janta pra nóis!

Nisso, ouviram a pipoqueira desenfreada dos fogos e os aplausos do povo. Num carro de som o locutor anunciava: – Registramos a chegada do Governador de Pernambuco, o doutor Miguel Arraes Alencar e sua comitiva! Portanto convidamos as autoridades para dar os votos de boas vindas. Todos se dirigiram ao carro, foi quando um dos meninos desembarcou da Belina perguntando: – onde é a quadra? O time chegou, podem nos acompanhar, obrigado pela recepção, nós vamos dar a mesma atenção no jogo de volta!

Assustado, um camarada gritou: – Eita meu Deus, houve um engano, essa não é a comitiva do Governador, é um rebanho de menino que veio cum o fí de Antonio Tota jogar bola, pede pra avisar no carro de som. Quando o locutor anunciou o mico no microfone, o pessoal caiu na gaitada. Mas o puxa-saco ficou apavorado, porque não tinha mais aonde arrumar fogos pra soltar para o Governador. E só não chamou os atletas de Irapuam de santo: – acha dessa mulecada vim fazer uma marmota dessa justamente hoje na vinda de Migué Arraes. Vou dizer ao pai dele segunda-feira na loja!

Este causo foi verdadeiro e ficou gravado na memória do povo de Solidão. (Causos & Contos do Itamar França)

Causos & Contos: A máquina de Pum de Maviael e a descascada de Totonho

Políticos são criaturas complexas, transitam entre a verdade e mentira com desenvoltura as vezes indesejável e além de dons como o da oratória, muitas vezes desenvolvem o da performance e não raro o da atuação teatral, com alguns aptos a ganhar Oscar e prêmios diversos.

Pegando esse taco de trecho, posso afirmar que não é o caso do ex-prefeito de Afogados da Ingazeira, Totonho Valadares. Que vez por outra tinha surtos de sinceridade, deixando muito nego chateado. Mas era o perfil do Barão Valadares. Com isso ganhou o respeito e admiração de muita gente.

Pois bem, o Cabeça Branca sempre foi direto em suas colocações. Certa vez, participava de uma reunião no gabinete do Executivo Municipal com secretários municipais e vereadores da base governista. Valadares conduzia a reunião na maior seriedade, quando ouviu um barulho de pum. Cortou a palavra, engoliu seco sem falar nada e prosseguiu.

Ainda no uso da fala, já no meio da reunião, o Barão ouviu outro som de pum e esquentou as orelhas, igual ferroada de maribondo, mas deixou passar, passando. Conversa vai, conversa vem, ideias colocadas em mesa, tiriri, tarará e de repente outro som de pum.

Valadares já “p” da vida, interviu na fala de um dos participantes e soltou o verbo: – Olhe, a reunião aqui trata-se de um assunto importante, eu respeito o direito de todos vocês, como gostaria de ser respeitado, então quem tiver com seus problemas intestinais pode sair pra soltar suas coisas lá fora, mas aqui eu não admito que fique fazendo essa nojeira!

Sem conseguir se segurar, o vereador à época Maviael Leite soltou a gargalhada pra riba e logo deixou pistas de que estava por trás da pegadinha. É que, Maviael havia comprado um emissor de som de flatulências (peido) que era acionado a distância através de um controle remoto.

O dispositivo foi colocado debaixo da cadeira de um dos secretários municipais da confiança de Valadares. O causo ganhou repercussão nas rodas de conversas políticas. Adispois disso, Maviael aprontou outra na Câmara Municipal, aguarde nos próximos contos!

Causos & Contos: Ciço Mascena, o Delegado da Razão

Nos idos dos anos 60 e 70 existiam nas delegacias de polícia do Sertão, os delegados suplentes, pessoas leigas que prestavam serviços tirando férias dos delegados titulares.

Eram pessoas de condutas ilibadas, estimadas e respeitadas na cidade. O delegado titular geralmente nomeava três suplentes e ambos tinham o mesmo poder de polícia do bichão….

Em Tabira, na terra das tradições, um deles era o saudoso Cícero Mascena. Gente fina e de boa família. Pois bem, um belo dia, o delegado precisou se ausentar e Ciço assumiu a delega.

De cara, um caso pra resolver de uns animais que haviam invadido a roça de um agricultor residente da zona rural. A vítima ao ser ouvida relatou a Mascena: – olhe delegado, o bichos do meu vizim entrou na minha plantação e comeu o mi e feijão, restou somente as paias.

O delegado arribou o óculos e respondeu: – você tem razão e todo direito de ser ressarcido dos prejuízos. Ao ser intimado, horas depois, o dono dos animais declarou: – minhas criação não  invade terra de ninguém doutor, acontece que a roça dele num tem cercado, aí os animal se fartam do que encontram pela frente.

Ciço espiou o camarada nos olhos e concluiu o interrogatório: você tem razão rapaz, onde já se viu plantar ao léo sem um fí de arame para preservar a roça. Tá liberado, pode ir embora!

Nisso, a esposa que havia escutado os dois interrogatórios, se dirigiu fervorosa a Ciço: – Mas tu num tem vergonha não né, onde já se viu isso rapaz, um ou outro tem que está errado, coisa mais feia!

E o delegado Ciço Mascena completou: – calma muié você também tá coberta razão! E ela acabou caindo na graça do marido. São Causos & Contos do nosso povo pajeuzeiro. Uma homenagem rememorando os grandes homens da família Mascena.

O poeta João Paraibano

JOÃO PEREIRA DA LUZ, mais conhecido por “João Paraibano” nasceu no dia 07 de outubro de 1953, no Sítio Pica-Pau, em Princesa. Segundo o escritor e historiador princesense Paulo Mariano: “Cantador e repentista nato, dos melhores na difícil arte do improviso e na estruturação dos versos espontâneos”. Jamais frequentou a escola, porém, foi alfabetizado em casa por uma parente próxima e, mesmo com dificuldades para o exercício da escrita, rapidamente aprendeu a ler. Muito inteligente, assimilou o suficiente para construir seus improvisos acompanhados de sua viola que, igual ao nosso artista maior, “Canhoto da Paraíba”, executava também com a mão esquerda. João saiu de Princesa muito jovem e fixou residência na cidade pernambucana de Afogados da Ingazeira onde se casou e constituiu família, sendo pai de três filhos.

Reconhecido nacionalmente

Ao longo do tempo, João Pereira da Luz se tornou um dos principais repentistas do País tendo participado de vários festivais pelo Brasil inteiro. Nessas ocasiões, sempre dizia ser filho de Princesa, levando assim, o nome da nossa Terra a todos os recantos nacionais. Em face de seu reconhecido talento, ficou famoso no resto do Brasil como “João Paraibano” e é, até hoje, considerado um dos maiores cantadores de repentes no braço da viola. Fazia-se gigante quando cantava temas relacionados ao Sertão Nordestino. Era especialista no assunto, mas cantava também versos que abrangiam a cultura popular de todo o País. “Paraibano” foi ganhador de vários festivais de violeiros, com três participações no programa dominical “Fantástico” da Rede Globo de Televisão, chegando a cantar no Palácio do Planalto, em 2010, quando fez, juntamente com o poeta Valdir Teles, uma homenagem de despedida ao ex-presidente Lula. Em outras ocasiões, fez várias apresentações com diversos cantadores de viola, como por exemplo: Ivanildo Vilanova; Sebastião Dias; Sebastião da Silva; Severino Feitosa; Valdir Teles; Severino Ferreira; Moacir Laurentino; Geraldo Amâncio; Oliveira de Panelas; Nonato Costa; Geraldo Amâncio; Raimundo Nonato, dentre outros gênios do improviso.

Verso antológico

Certa vez, estava o poeta participando de uma festa quando se excedeu um pouco na bebida e, por conta de ciúmes, brigou com sua esposa, chegando a agredi-la. Detido pela polícia, na Delegacia, aos prantos, declamou de improviso esses primorosos versos:

DOUTOR EU SEI QUE ERREI

POR DOIS FATOS: DAMA E PORRE

POR AMOR SE MATA E MORRE

EU NEM MORRI, NEM MATEI

APENAS PREJUDIQUEI

UM AMBIENTE DE CLASSE

DEPOIS DE APANHAR NA FACE

BATI NA FLOR DO MEU RAMO

ME PRENDERAM PORQUE AMO

QUANTO MAIS SE EU ODIASSE.

 

POETA MESMO OFENDIDO

SABE OFERECER AFETO

FAZ PENA DORMIR NO TETO

DA MORADA DE UM BANDIDO

SE HUMILHA, FAZ PEDIDO

NINGUÉM ESCUTA A VOZ SUA

NÃO VÊ O SOL NEM A LUA

DEIXAR O ESPAÇO ACESO

POR QUE UM POETA PRESO

COM TANTOS LADRÕES NA RUA?

 

DOUTOR, SE EU PERDER MEU NOME

NÃO ACHO MAIS QUEM O EMPRESTE

A MINHA MULHER NÃO VESTE

MINHA FILHINHA NÃO COME

E A MINHA FAMA SE SOME

PARA NUNCA MAIS VOLTAR

NÃO QUERENDO LHE COMPRAR

MAS HUMILDEMENTE PEÇO:

SE PUDER, RASGUE O PROCESSO

E DEIXE O POETA CANTAR.

O fim trágico

No ano de 2014, uma fatalidade abateu o nosso poeta maior. Em 08 de agosto, João Paraibano foi vítima de um acidente automobilístico (atropelamento) que o fez passar 21 dias na UTI de um hospital na capital pernambucana, vindo a falecer no dia 1º de setembro de 2014 por causa de uma infecção contraída durante o tratamento de um coágulo na cabeça. O poeta, que faleceu precocemente, prestes a completar apenas 62 anos de idade, deixou esposa, três filhos e três netos. Seu corpo foi sepultado em Afogados da Ingazeira/PE. Na qualidade de princesense ilustre, João Pereira da Luz recebeu várias homenagens em Princesa, sua terra natal. Inclusive, existe aqui em Princesa, um Conjunto Habitacional que leva seu nome, obedecendo a uma propositura deste que escreve, quando era ainda vereador. Com esta simples homenagem, está inscrito, o nosso João Paraibano, no panteão dos ilustres filhos de Princesa.

Afogados: Chá Poético foi marcado por música e muita poesia

Realizado pela SOPOESPA – Soma dos Poetas e Escritores do Pajeú, na noite desta quinta-feira (30), no Restaurante O Matuto em Afogados da Ingazeira, o I Chá Poético contou a participação de poetas e escritores.

Além do recital, o evento contou com a boa música de artistas locais, destaque para a Cantora e compositora Vitória Silva, que deu um show de voz e violão. Ainda abrilhantaram a noite cultural, João do Violão e Risadinha do Brega.

No final foi servido aquele café quentinho, chá, pamonha, bolos, pé de moleque, refrigerantes, doces e salgados. Idealizadora do evento, a poetisa e escritora, Maria Rita Albuquerque comemorou o sucesso do I Chá Poético de Afogados.

“A Soma dos Poetas e Escritores do Pajeú vai continuar, esse foi o primeiro passo, vamos abranger esse trabalho nas escolas e outras cidades da região, estou feliz pela grande abertura do projeto”.

 

Sopoespa realiza Chá Poético em Afogados da Ingazeira

A SOPOESPA – Nova Soma dos Poetas e Escritores do Pajeú  realiza na na noite desta quinta-feira (30), em Afogados da Ingazeira, o primeiro Chá Poético com poetas e escritores.

Com recepção calorosa por parte da idealizadora do projeto, Maria Rita e demais organizadores e participantes do evento, um delicioso dedo de prosa, café quentinho, chá, canjica, pamonha, doces e a estrela principal do evento, a poesia – mola mestra que precisamos desenvolver e vivenciar cada dia mais, para auxiliar a impulsionar a melhoria desse mundo tão carente de humanismo e conhecimento construtivo.

O evento será a partir das 19h30m no Restaurante o Matuto, localizado na Rua Henrique Dias, no Centro de Afogados da Ingazeira.