Trump anuncia que vai atacar o México: “Vamos começar”

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou, na quinta-feira (08), que os EUA vão começar a realizar ataques terrestres contra os cartéis de drogas no México.

“Nós eliminamos 97% das drogas que entram por água. E agora vamos começar a atacar por terra em relação aos cartéis. Os cartéis estão comandando o México. É muito, muito triste assistir e ver o que aconteceu com aquele país. Mas os cartéis mandam e estão matando 250, 300 mil pessoas no nosso país todos os anos. As drogas , é horrível. Devastaram famílias. Você perde um filho ou um pai. Quero dizer, pais também estão morrendo por causa das drogas.”

A fala de Trump vem poucos dias depois de uma operação das forças especiais americanas na Venezuela, que terminou com a captura do presidente Nicolás Maduro.

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Petrolândia: Prefeito Fabiano Marques lança programa inédito de incentivo financeiro para alunos da EJA

A Prefeitura de Petrolândia deu mais um passo estratégico no fortalecimento das políticas educacionais voltadas à inclusão social. O prefeito Fabiano Marques (Republicanos) anunciou o lançamento do programa “Avançar e Transformar”, uma iniciativa inédita no município e região que alia educação e incentivo financeiro para estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA).

O anúncio foi feito ao lado da secretária municipal de Educação, Ozita Barros, e reforça o compromisso da gestão em ampliar o acesso à escolarização para pessoas que, por diferentes razões, não tiveram a oportunidade de concluir os estudos na idade regular.

De acordo com o prefeito Fabiano Marques, o programa foi desenhado com foco na valorização do aluno e no estímulo à permanência em sala de aula.

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Quando a base se divide, a oposição agradece

No jogo político, a oposição nem sempre avança por mérito próprio. Em muitos casos, ela cresce quando a base governista se fragmenta. É exatamente esse movimento que começa a ganhar contornos mais visíveis no Sertão do Pajeú, especialmente em Afogados da Ingazeira, onde disputas internas envolvendo quadros ligados à Casa Civil do Governo de Pernambuco têm provocado desgaste no campo alinhado à governadora Raquel Lyra.

Esse cenário chama atenção porque atinge diretamente um dos nomes que mais têm contribuído para fortalecer o governo no interior do Estado. Marconi Santana, que declarou apoio a Raquel Lyra ainda no segundo turno da eleição de 2022, tornou-se desde então uma das principais pontes políticas entre o Palácio do Campo das Princesas e o Sertão. Sua atuação constante, marcada por diálogo e presença, ajudou a ampliar a base do governo e a consolidar apoios estratégicos na região.

O ponto central da crítica não está na existência de divergências naturais dentro de qualquer campo político. O problema surge quando passam a ocorrer investidas para tensionar ou enfraquecer apoios já consolidados. Na prática, lideranças que haviam fechado posição com Marconi Santana, nome da situação e amplamente reconhecido por sua capacidade de articulação, começaram a ser abordadas para rever compromissos, gerando ruído e instabilidade dentro da própria base governista.

Os apoios construídos por Marconi não surgiram por acaso. Eles são fruto de uma trajetória política consistente, marcada pela capacidade de aglutinar prefeitos, ex-prefeitos, vereadores e lideranças comunitárias em torno de um projeto comum. Seu crescimento no Pajeú reflete exatamente essa habilidade de unir, somar forças e ampliar convergências, algo cada vez mais raro na política contemporânea.

Quando esse conjunto de alianças passa a ser questionado ou tensionado por setores do próprio campo governista, o efeito é imediato. A base perde coesão, o discurso se fragiliza e a oposição passa a ocupar espaços que antes estavam consolidados. Não se trata de afirmar que haja uma ação deliberada em favor da oposição, mas o método adotado produz esse resultado de forma inevitável.

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Anderson Ferreira sinaliza disputa ao Senado e aposta em cenário nacional

O ex-prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira (PL), afirmou que pode disputar uma vaga no Senado nas eleições de 2026. A declaração insere mais um nome no cenário da disputa. Após concorrer ao Governo do Estado na eleição passada, Anderson avalia que o ambiente político atual é distinto e que a corrida ao Senado tende a ser influenciada, sobretudo, pelo cenário nacional.

Na sua leitura, o desempenho dos candidatos em 2022 reforça esse diagnóstico: Teresa Leitão foi eleita com forte associação ao presidente Lula, enquanto Gilson Machado obteve votação expressiva impulsionado pela ligação com o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Para o ex-prefeito, esse histórico indica que o fator presidencial tem se sobreposto ao peso dos palanques estaduais na definição do voto para senador em Pernambuco. A estratégia, portanto, passa por uma leitura mais nacionalizada do eleitorado, em um contexto de polarização política.

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Impeachment de João Campos gera questionamentos sobre impacto eleitoral e estratégia da oposição

O prefeito do Recife, João Campos (PSB), passou a enfrentar um novo foco de desgaste político após o vereador Eduardo Moura (Novo) protocolar um pedido de impeachment na Câmara Municipal. A iniciativa tem como base a alteração no resultado de um concurso público para procurador do município, episódio que ganhou ampla repercussão nas últimas semanas.

O caso envolve a reclassificação de um candidato inicialmente inscrito na ampla concorrência para a cota de pessoas com deficiência (PCD), dois anos após a homologação do certame, o que resultou na sua nomeação em detrimento do candidato originalmente aprovado na vaga reservada. Diante das críticas, de pareceres técnicos contrários e da pressão de entidades de classe, a Prefeitura voltou atrás e deu posse ao primeiro colocado.

A gestão municipal sustenta que se trata de uma controvérsia estritamente jurídica e rejeita o que chama de exploração política do episódio. Ainda assim, o tema entrou no debate público e passou a ser incorporado ao discurso de adversários do prefeito, sobretudo em um contexto pré-eleitoral.

O pedido de impeachment ainda precisa ser analisado pela Câmara e não há, até o momento, definição sobre sua admissibilidade. Nos bastidores, a avaliação é que o processo tem poucas chances de avançar, mas pode ser utilizado como instrumento político para questionar a condução administrativa do prefeito e reforçar críticas relacionadas à impessoalidade e à transparência no governo.

A partir de agora, a expectativa é observar se o episódio ficará restrito ao campo jurídico-administrativo ou se será explorado de forma mais intensa na campanha eleitoral, somando-se a outras denúncias e questionamentos já feitos à gestão municipal. Resta saber se o caso terá fôlego para provocar desgaste efetivo na imagem de João Campos ou se será diluído diante de sua base política e dos resultados apresentados pela administração.

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Pernambuco fecha 2025 com recorde de redução de roubos

Pernambuco encerrou 2025 com o menor número de roubos dos últimos 15 anos, segundo dados da Secretaria de Defesa Social. Ao longo do ano, foram registrados 39.881 Crimes Violentos contra o Patrimônio, o melhor resultado da série histórica iniciada em 2011 e bem distante dos mais de 100 mil casos registrados em anos críticos da década passada.

O desempenho também se refletiu no comparativo anual, com queda de 12,2% em relação a 2024, além de uma redução expressiva em dezembro. Os números apontam diminuição significativa em roubos de coletivos, cargas e celulares, com reflexos positivos em todas as regiões do Estado.

O governo atribui os resultados aos investimentos em segurança, reforço do efetivo e ações integradas do programa Juntos pela Segurança. Além dos roubos, 2025 também fechou com redução nas mortes violentas, atingindo a menor taxa da série histórica.

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Disputa interna expõe divergência no grupo raquelista em Afogados

Lideranças governistas e palacianas vivem um momento de divergência em Afogados da Ingazeira, em meio à disputa por indicações e exonerações em cargos ligados a órgãos do Estado. O embate ocorre nos bastidores e envolve diretamente nomes identificados como raquelistas, ligados a grupos que defendem a governadora Raquel Lyra na região.

O conflito tem provocado movimentações, com troca de peças e disputas por espaço dentro de um mesmo campo político. O ruído chama atenção porque acontece justamente em um grupo que, em tese, deveria estar coeso diante do avanço de aliados do prefeito do Recife, João Campos, no interior.

A insatisfação interna já não é mais velada e tende a chegar às instâncias superiores do Palácio. O fato expõe fragilidades na articulação política regional e acende o alerta para a necessidade de ajuste fino na condução das alianças no município.

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Prefeitura de Afogados divulga calendário de pré-matrículas

Já se encontra disponível, no site oficial da Prefeitura de Afogados da Ingazeira, a instrução normativa que traz todas as informações e orientações a respeito da pré-matrícula para rede municipal de ensino.

O processo se inicia no dia 14 de Janeiro, pontualmente às 9h, e tem sequência no dia 15/01, exclusivamente pelo site www.afogadosdaingazeira.pe.gov.br

Na hora da pré-matrícula serão exigidos as seguintes informações e documentos obrigatórios: nome completo, CPF e data de nascimento do estudante; nome completo da mãe. É necessário também declarar se o estudante possui deficiência ou necessidade especial, e se reside em Afogados da Ingazeira.

A divulgação do resultado da pré-matrícula será realizada no dia 16 de Janeiro, no site da Prefeitura. As matrículas deverão ser realizadas direto nas escolas municipais, de 21 de Janeiro a 03 de Fevereiro. Os estudantes da zona rural podem fazer sua matrícula na secretaria municipal de educação.

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Raquel e e seu digital atuante

A governadora Raquel Lyra (PSD) conta com uma militância muito atuante nas redes sociais, especialmente no Instagram, onde comentários organizados tentam impor a narrativa da reeleição como algo já definido. A movimentação é intensa e segue um padrão repetitivo.

O alvo principal das críticas é o PSB e, mais recentemente, a gestão de João Campos, com temas explorados politicamente mesmo quando não avançam no mundo real. Apesar do barulho virtual, o jogo político segue acontecendo fora das telas, em um ritmo bem diferente.

O barulho virtual, esse movimento pode até influenciar, ainda que de forma limitada, o jogo político fora das telas…

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No compasso da espera…

O destino político de Marília Arraes (SD) segue indefinido. Após disputar cargos majoritários e acumular experiências eleitorais importantes, ela se vê novamente diante de uma encruzilhada, sem clareza sobre qual caminho seguirá nas próximas eleições. Mesmo aparecendo como opção em cenários para o Senado, não há garantia de candidatura.

O fato de estar politicamente alinhada a João Campos (PSB), que dispõe de outros nomes no mesmo campo, aumenta a incerteza. A indefinição, inclusive, já provoca movimentos paralelos, como a possibilidade de Maria Arraes buscar espaço na Alepe. No jogo político, Marília permanece em compasso de espera.

Resta saber se terá vez no próximo tabuleiro ou se, mais uma vez, ficará à margem das principais decisões…

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